BEATO JULIÁN POZO

Beato Julián Pozo Y Ruiz de Samaniego (1903-1936)".

Nasceu em payueta, província de Alava, no dia 7 de janeiro de1903. após uma infância exemplar, ingressou no Seminário Menor Redentorista de El Espino no dia 30 de agosto de1913. Professou como Redentorista no dia 26 de agosto de 1920. Pouco depois da profissão foi-lhe diagnosticada uma tuberculose, o que interrompeu seus estudos. Não obstante, pôde receber a ordenação sacerdotal no dia 27 de dezembro de 1925. Os superiores o enviaram a diversas comunidades, buscando-lhe um clima mais adequado para sua saúde. Estava em Cuenca quando eclodiu a guerra. Apesar de sua enfermidade "sabia servir a Deus com alegria, e nunca se viu nele uma expressão de cansaço ou de pessimismo por sua juventude malfadada, nem se lhe ouviam palavras de amargura ou de decepção. Um espírito sobrenatural lhe dava a integridade, o humor e o otimismo". Em 20 de julho, abandonou o convento, refugiando-se, junto com o Ir. Victoriano Calvo na casa das irmãs Dª Eugenia e Dª Joaquina. À pergunta das senhoras: "Se vierem para o registro, o que vocês vão dizer?" Respondeu o Beato Pozo: "Pois nos apresentaremos como o que somos: religiosos e redentoristas. Não temos mártires. Vejamos se somos os primeiros!.... Eu, como não valho para nada, pouco se perde". Antes da ordem do superior, Pe. Pedrosa, transladaram-se para o seminário. Dali foi sacado no dia 9 de agosto, junto com o Pe. Crisóstomo Escribano. "O Pe. Pozo morreu como havia vivido: em atitude amorosa de vítima, em postura de mártir clássico: ajoelhado e rezando o rosário, na postura que era tradicional, para o golpe de machado, nos antigos mártires. O pelotão de execução lhe meteu as balas no cérebro, nas primeiras horas do dia 9 de agosto. O lugar foi minuciosamente detalhado: hectômetro segundo do km 8 da estrada de Cuenca para Tragacete. Eu não sei, mas certamente sorriu para os carrascos e as balas. Havia sorrido sempre para todos e para tudo, e se pôde assegurar que não perdeu o sorriso senão com a vida.