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Os missionários da Baviera: de Altötting para Aparecida

Escrito por Redentoristas

09 OUT 2019 - 10H30 (Atualizada em 21 OUT 2021 - 11H16)

Os primeiros redentoristas que formaram comunidade no Estado de São Paulo vieram da Baviera, na Alemanha. O grupo era formado por 13 membros e tinha duplo destino: parte iria para Aparecida e parte para Goiás.


Os pioneiros alemães aportaram no Rio de Janeiro no dia 21 de outubro de 1894. Ficaram até o dia 24 na cidade, e depois tomaram o trem rumo a São Paulo.

Vieram a pedido do bispo de Goiás, Dom Eduardo Duarte da Silva, e do bispo coadjutor de São Paulo, Dom Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti. Entretanto, não se aventuravam em terras brasileiras apenas por intrepidez missionária mas também, respondendo criativamente às dificuldades vividas em sua terra natal, como nos narra o primeiro cronista de Aparecida, Pe. Lourenço Gahr em outubro de 1894:

"Como nossa volta para a Baviera se prolongasse de ano para ano, nasceu o desejo de um campo de trabalho mais apropriado de uma missão no estrangeiro. Esta aspiração foi levada para o novo Superior Geral, Pe. Matias Raus, durante o Capítulo Geral de 1894, que aprovou com muita alegria" (cf. BRUSTOLONI, J. J. Vol. 1. 1997, p. 69).

Os missionários bávaros iniciaram seus trabalhos em Aparecida no dia 28 de outubro de 1894 e em 12 de dezembro de 1894, em Campininhas, Goiás.

Entretanto, como era a vida e a atividade apostólica dos Missionários Redentoristas na Baviera? É justamente isto que iremos contar daqui para a frente! Uma reflexão bastante interessante diante da celebração do Jubileu dos 125 anos da chegada dos pioneiros alemães a Aparecida.


Pioneiros alemães e o Santuário de Altötting, na Baviera.


Até meados do século XIX a Congregação Redentorista, por questões políticas, estava organizada em apenas três departamentos, as casas do Reino de Nápoles (sul da Itália), a casa nos Estados Pontifícios (norte da Itália) e as casas fora da Itália na Europa central (parcela da Congregação conhecida como transalpina), decorrentes da tenaz insistência de São Clemente de implantar a Congregação para além dos Alpes.

:: Dez fatos interessantes sobre São Clemente Hofbauer

A situação mudou em 02 de julho de 1841, quando o Papa Gregório XVI dividiu a Congregação em províncias. Àquela época, em seis:

1) Romana: com as casas dos Estados Pontifícios;
2) Napolitana: casas do Reino de Nápoles até o Farol de Messina;
3) Siciliana: abrangendo as casas além do Farol de Messina;
4) Austríaca: casas da Áustria inferior, da Estíria, do Tirol, da Baviera, dos Estados Unidos e do ducado de Módena;
5) Belga: casas da Bélgica e da Holanda;
6) Helvética: casas da Suíça, da Alsácia e da Lorena (cf. MICHELOTTO, J. B. 1982, p. 77).

A organização da Congregação em províncias é de suma importância para a compreensão do seu rápido desenvolvimento mundial no século XIX. A Província da Áustria foi a responsável pela missão na Baviera, chamado à época como coração católico da Alemanha. Todavia, este não foi o primeiro contato dos austríacos com Altötting, pois, em 1826, um grupo de missionários redentoristas austríacos passou por lá a caminho de Lisboa, a fim de iniciarem a nova fundação de Portugal (cf. BRUSTOLONI, J. J. Vol. 1. 1997, p. 50).

:: Semelhanças entre a Virgem de Altötting e Nossa Senhora Aparecida

O santuário mariano de Altötting foi o início da presença redentorista na Baviera. O grupo inicial enviado de Viena era composto por sete padres e quatro irmãos, sendo que o Pe. Francisco Ritter von Bruckmann fora nomeado como superior da missão. A nova fundação teve início canônico em 18 de abril de 1841.

A 21 de abril os missionários iniciaram suas atividades recebendo a primeira grande romaria, e a 25 do mesmo mês, Padre Bruckmann fazia o primeiro grande sermão aos peregrinos. O trabalho no confessionário era intenso: pela manhã, das 5:00 às 12:00 horas; e à tarde, das 14:30 às 19:00 horas. A práxis do sacramento da penitência exercida pelos missionários austríacos era bem diferente daquela à qual os bávaros estavam acostumados. Os indiferentes e relaxados não apreciaram a pastoral mais rigorosa dos missionários austríacos" (cf. BRUSTOLONI, J. J. Vol. 1. 1997, p. 51).

Além das atividades próprias do Santuário, os redentoristas na Baviera começaram a alcançar outros terrenos com a pregação de missões populares, embora limitadas pela política regalista, fundação de associações religiosas para leigos, promoção de encontros para casais e jovens e pregação de retiros para clérigos e leigos.

Leia MaisSemelhanças entre as imagens de Aparecida e de AltöttingCom a expulsão dos redentoristas da Áustria em 1848, por conta das revoluções liberais, a missão na Baviera cresceu em número de vocações e também se expandiu para outras casas além de Altötting. Assim, em 10 de janeiro de 1853 a missão bávara foi elevada a Província da Alemanha Superior, com a sede provincial em Altötting até o ano de 1862.

A situação política na Baviera não era das mais favoráveis às congregações religiosas a partir da segunda metade do século XIX. Movidos por um exagerado nacionalismo, com ideias liberais e anticlericais os políticos viam nas congregações internacionais um perigo para a soberania da nação. Os reinos independentes aos poucos foram sendo anexados ao recém-criado Império alemão, encabeçado pelo chanceler Oto von Bismarck, em 1871; foi o caso do Reino da Baviera.

A perseguição aos redentoristas alcançou o auge em 1873, com o decreto de expulsão. A 10 de julho um decreto do governo bávaro suprimia os conventos e banias os redentoristas, sendo que teria execução até o dia 01 de novembro de 1873. Assim, dentro deste prazo, o decreto proibia aos padres toda atividade pastoral em igrejas e em escolas, não admitia a vida comunitária, mesmo que no mínimo de dois padres. Os irmãos não foram atingidos pelo decreto, fato que garantiu ao menos a posse de algumas casas no território quando o iminente exílio iniciasse aos padres (cf. BRUSTOLONI, J. J. Vol. 1. 1997, pp. 56-57).

O exílio foi terrível para a Província Bávara: alguns padres foram as províncias belga e holandesa, ou se mantiveram na Alemanha, mas, como padres seculares. No tocante ao futuro provincial, porém, parece ter sido mais acertada a decisão de permanecerem na fronteira austríaca, trabalhando em santuários; fato que gerou grande experiência no quotidiano do santuário e no trato com os romeiros.

Embora o número de confrades não tenha decrescido acentuadamente, as atividades pastorais foram drasticamente afetadas: aos poucos a missões tiveram que cessar e, mesmo com o retorno clandestino para as fundações que ainda estavam sob posse redentorista, as atividades resumiam-se, em 1892, a pregar retiros, confessar religiosas e auxiliar os párocos (seculares).

O término do exílio deu-se efetivamente em 19 de agosto de 1894, data em que foi publicado o decreto do Parlamento de Munique que removia o banimento dos redentoristas. "Dos 72 padres exilados em 1873, sobreviveram ainda 34, aos quais se juntaram mais 5 padres novos [...] a Província possuía 39 padres, 40 irmãos leigo professos, 18 irmãos leigos noviços, 12 clérigos professos, 13 noviços coristas" (cf. BRUSTOLONI, J. J. Vol. 1. 1997, p. 61).

Durante o período de reconstrução da Província Bávara, seguramente houve o desejo de retomar as atividades pastorais de Altötting, contudo, houve um imbróglio com os capuchinhos, administradores do Santuário desde a expulsão dos redentoristas em 1873, ou seja, não quiseram sair e, com isso, os redentoristas jamais voltaram para Altötting. Todavia, a Virgem Negra de Altötting não sairia definitivamente da vida dos redentoristas, pois, chegados em Aparecida, certamente puderam reconhecer que a Santa Mãe de Deus acompanhava seus passos na nova terra de missão.

Pe. Bruno Alves Coelho, C.Ss.R.Província do Rio


CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2022

Pela segunda vez em modalidade virtual, o Setor de Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promoveu de 1º a 3 de setembro de 2021 o Seminário Nacional da Campanha da Fraternidade (CF) 2022. A CF do próximo ano tem como tema: "Fraternidade e Educação" e como lema: "Fala com sabedoria, ensina com amor", (Pr 31,26). 

PRIMEIRO DIA

SEGUNDO DIA

TERCEIRO DIA


À BEIRA DE UM POÇO EM DIÁLOGO DE AMOR REVELADOR,

(Quem mata sede aqui SOU EU)

II ENESER VIRTUAL - ENCONTRO NACIONAL DOS EX-SEMINARISTAS REDENTORISTAS DO BRASIL


Falo a partir de João, sobre a "conversa de Jesus à beira do poço, sinalizando o que declara[np1] [np2] a comunidade joanina no Prólogo acerca de QUEM É JESUS (identidade). Responder a conjuntura do seu tempo com os problemas entre os grupos variados de seguidores, sobretudo, dos samaritanos que tinham rixas políticas, sobretudo referente a religião judaica praticada sob a liderança de Jerusalém, muito apegada ao templo e em demasia escravos da Lei miúda em contradição à liberdade de Jesus.

O bonito é que nessas comunidades Nossa Senhora era presença forte e testemunhal, embora silencioso e muito firme no testemunho do Ressuscitado e Crucificado.

INTENÇÕES DESSA FALA:

  • Ser simples instrumento de inspiração, levar a intimidade com Jesus, aprofundar nosso diálogo interior com ele e lidar com os conflitos atuais, referenciando-nos no Mistério do Amor Revelado.
  • Ser bem conscientes de que Deus é insondável, e com o jeito de viver da comunidade Joanina do discípulo amado que redigiu o 4º Evangelho, podemos conhecê-lo mais. O testemunho de João sobre Jesus fica numa linguagem de sinais para identificá-Lo e nos discursos que Jesus faz. (No rastro do Êxodo - diálogo com Moisés - a sarça ardente" - EU SOU QUEM FALA CONTIGO - " EU vi, ouvi o clamor do povo e desci para libertá-lo".

Como num teatro, o PRIMEIRO ATO TRAZ O CENÁRIO que vai explicando o PRÓLOGO, que parece transcendente demais.

Resumo episódico em movimento e geografia :

a) Jesus chega a Samaria (Sicar), vindo da Judeia a caminho da Galileia para fugir da fama de milagreiro. Um poço histórico, segundo o Gn, onde os hebreus colocaram os ossos de José. Jesus cansado da caminhada sentou-se à beira do poço. Era meio-dia com sol forte.

Os Interlocutores: Jesus e uma mulher encontra-se com Ele, quando ela veio buscar água. Jesus pede água. Os discípulos estavam ausentes. "DAI-ME DE BEBER - TENHO SEDE". No alto da Cruz, momento da Glória, fica para sempre esse pedido de Jesus.

Na mística joanina o pedido de Jesus, é todo de uma súplica de um homem carente de afeto: TENHO SEDE DO AMOR DE VOCÊS.

Jesus, segundo os estudos da espiritualidade Joanina e da realidade gnóstica e grega da época, o PRÓLOGO vai, ao longo do seu Evangelho, tornando-se mais facilmente decifrável e entendido.

Vocês já devem ter achado estranho vendo a diferença de João em comparação com os sinóticos.

O Prólogo, é aparentemente muito filosófico e enigmático à primeira vista e contato e sem contexto.

  • À BEIRA DO POÇO - Ao "dar-me de beber pedido por Jesus", a mulher não responde, mas admira o atrevimento que teve Jesus na sua simplicidade de puxar conversa com uma mulher, que ainda era uma samaritana rejeitada.
  • No discurso de Jesus: "Se conhecesses o dom de Deus e quem é que te pede água de beber, serias tu que lhe pedirias, e Ele te daria água viva".

Samaritana retruca: Jo.4, 1 e 12.

"Como é que tu, sendo judeu, pedes água a mim que sou Samaritana?

... e aí segue o diálogo

A mulher, então fez a Jesus seu pedido: Jo.4. 15

"Senhor, dá-me desta água para que eu não tenha mais sede"... e não tenha que ir por aí buscar

SINAIS QUE CAPTAMOS DO DISCURSO DE JESUS:

  • O DOM DE DEUS É JESUS MESMO, HUMANO E CANSADO: "Se conhecesses do DOM de Deus, que EU SOU".
  • JOÃO É ESTUDADO COMO O EVANGELHO DOS SINAIS.

Pergunta-se: Por que não encontramos n 4º Evangelho de João e de sua Comunidade o registro do termo grego para identificar milagres? PORQUE NÃO FALA DE MILAGRES? Vocês sabem que depois do Prólogo, antes do Epílogo (final) situam-se o Livro dos Sinais e o Livro da Hora (Despedida com a entrega do mandamento e a Ressurreição).

Por que SINAIS??? ... o primeiro sendo o das Bodas de Cana, tratando de ÁGUA E DE VINHO

  • Sabemos que as comunidades joaninas estavam mais distantes do testemunho inaugural após a Ressurreição, daquele vigor inicial. A espera e a perseguição se intensificavam, as dúvidas apareciam, o gnosticismo e os movimentos libertários politicamente reapareciam.
  • Para os redatores do 4º Evangelho MILAGRES, TEMPLOS E ACADEMIAS DE SABER poluíam a ÁGUA VIVA da fé em Jesus que estavam em voga se misturando na experiencia dos seguidores de Jesus.
  • Acontecia uma certa adesão das culturas da época, sobretudo a grega. MILAGRES ACONTECEM PARA TODO O LADO E HAVIA MUITA FÉ SE CONFUNDINDO COM A FÉ NA PESSOA DE JESUS.

4. Os TEMPLOS PAGÃOS E OS GRUPOS GNÓSTICOS PENETRAVAM NO JEITO DE SEGUIR O CAMINHO DE JESUS.

Em contraponto a esse contexto cultural:

  • João vê que milagres acontecem em nomes de deuses, um estilo de mágica e ilusionismo e de seitas várias, que devem ser recusadas.
  • João vê que os templos se enchem e se maculam com a exploração. João vê que milagres não servem e não convencem mais.
  • Nos sinóticos fala-se de milagres, mas João sai fora dessa forma de falar. ELEGE A LINGUAGEM DOS SINAIS POIS NÃO PROVAM, e até podem fazer lavagem cerebral.
  • OS SINAIS APROVAM O QUE O CORAÇÃO ADERE. Em vez de TEMPLO é a CASA, em vez de milagre são os SINAIS que mostram quem é JESUS. "EGO EIMI".

E daí, Jesus vai mostrando sua identidade ao longo do Evangelho de João... EU SOU

A Vida (14,6) - A Luz (8,12) - O Pastor (10,11) - O Filho (10,36) - A Videira (15,1) - A Verdade (14,5) - O Pão (6,35)

O Servidor (13,12) - O Mestre (13,14) - A Ressurreição (11,25)

A Vida (14,5) - O Caminho (14,5) - A Porta (10,7) - O Pastor (10,2)

VOLTEMOS À Samaritana, nosso FOCO DE SINAL aqui nessa reflexão:

  • Jesus é o maior sinal de Israel que inclui a todos, inclusive aos distantes para desfrutar a Copiosa Redenção. Vai ter água viva para todos que se sentarem a beira do "poço", ou seja, que se encontrarem com Jesus.
  • Do DIÁLOGO à BEIRA DO POÇO:

Jesus- Eu te conheço, acredite em mim

Mulher: Vejo que és um profeta

Jesus: Tuas buscas da felicidade acabam sempre em Jesus (5 maridos)

Jesus: Está chegando a hora

NOSSA HORA

NOSSO TEMPO DE VIDA PRESENTE COMO UNESER QUE VEM COM A SOMA DA GRAÇA NA NOSSA HISTÓRIA DESDE O SEMINÁRIO:

- A HORA CHEGOU - NOSSA HORA - NOSSO TEMPO - O TESTAMENTO DELE E O NOSSO TESTEMUNHO.

Jesus à Samaritana ainda:

- A Adoração em Espírito e Verdade agora, será possível através de mim que me dou a conhecer a ti e a revelar que essa adoração acontece fora do Templo ou da montanha - Jo. 22

Mulher: Sei que vai chegar o Messias

-Jesus: SOU EU QUE ESTOU FALANDO CONTIGO = Jo.4,26 - aquele que tanto buscas e todo Israel esperava.

DO DIÁLOGO E DA SITUAÇÃO, PODEMOS EXTRAIR MUITA REFLEXÃO:

O Diálogo com a Samaritana nos dá muitos SINAIS. Volto ao que já conversamos em outra Live de março, através do POÇO DE JACÓ no contexto do encontro revelador de Jesus.

- Estar à beira do poço sentado ao lado de Jesus OU

- Dar-se a chance com esse sinal para viver a intimidade em nosso dia a dia, oração interior em algum momento do ia, para reforçar o do dia.

- Estar unido à Igreja que se senta à beirada do poço e fecha o cerco, faz o círculo, e vai se apertando e alargando-o para que todos se sentem. JESUS, ÁGUA VIVA, ali para nos matar a sede.

- E o poço vira mesa, onde todos sentados mataremos a sede e a fome. Eu SOU O PÃO DA VIDA. E nós propomos a Vida do Reino que é fraternidade, justiça, inclusão e bondade sempre, COMUNHÃO E UNIDADE.

- Do poço, à mando de Jesus lavaremos os pés uns dos outros - Eu sou o SERVIDOR E VOCÊS AMIGOS À SERVIÇO dos irmãos, a partir dali.

- "Era meio dia" - EU SOU A LUZ DO MUNDO, clarão que rompeu às trevas, embora as sombras de nossas fraquezas.

Aí temos que nos virar para Ele. Ajeitar-nos para pegar a luz e retomar mais decidido ao clarão do caminho e seguir - EU SOU CAMINHO.

"Tirar água" - nós somos os abastecedores da COPIOSA DA REDENÇÃO. As águas do Templo não serão as águas da purificação que estavam nas talhas.

- O templo nem será o de pedra. A GRAÇA que inundará a terra e a tornará fértil, será do Coração do Mestre, adorado em espírito e verdade em todos os cantos do mundo.

AGORA NÓS COMO IGREJA - COMO LEIGOS, MSSIONÁRIOS E DISCIPULOS DE JESUS- NAS PEGADAS DE SANTO AFONSO E DA BEATA CELESTE CROSTAROSA - O QUE FAREMOS nacionalmente e em cada Regional?

RESPOSTAS POSSÍVEIS: É para apoiar e empreender atividades pessoais ou comunitária como as MISSÕES LEIGAS VIRTUAIS QUE QUEREMOS COMO CHAPA SÃO CLEMENTE muito possível de acontecer.

Preservar a UNIDADE DE NOSSA EXPERIENCIA DE FÉ, desde nossas famílias, passando pelos seminários e prosseguindo até agora.

RESPEITAR AS TRILHAS QUE CADA UM TOMOU NA VIDA para seguir o CAMINHO, como discípulo e missionário, sem perder o amor às vítimas como viveu Jesus para anunciar como fez, usando da profecia de Isaías.

ISAÍAS e LUCAS 4, 18-19, mais do que nos lembram já nos marcaram:

"O ESPÍRITO DO SENHOR ESTÁ SOBRE MIM, PORQUE ELE ME CONSAGROU COM UNÇÃO PARA ANUNCIAR A BOA NOTÍCIA AOS POBRES; ENVIOU-ME PARA PROCLAMAR A LIBERTAÇÃO AOS PRESOS E AOS CEGOS A RECUPERAÇÃO DA VISTA; PARA LIBERTAR OS OPRIMIDOS E PARA PROCLAMAR O ANO DE GRAÇA DO SENHOR".

Manaus, 24 de julho de 2021.

Nelson Peixoto

[np1]

[np2]


Conheça um pouco sobre os Leigos Redentoristas da Província do Rio

Acesse o link abaixo

https://www.provinciadorio.org.br/leigos/exibir/11/Missionarios-Leigos




CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2021

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, nesta terça-feira, 9 de fevereiro, uma nota na qual esclarece pontos referentes à realização da Campanha da Fraternidade Ecumênica deste ano, cujo tema é: "Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor" e o lema: "Cristo é a nossa paz. Do que era dividido fez uma unidade", (Ef 2,14a).

O documento reafirma a Campanha da Fraternidade como uma marca e, ao mesmo tempo, uma riqueza da Igreja no Brasil que deve ser cuidada e melhorada sempre mais por meio do diálogo. Iluminado pela Encíclica Ut Unum Sint, de 1999, do Papa São João Paulo II, o texto aponta também ser necessário cuidar da causa ecumênica.

Sobre o texto-base da CFE deste ano, os bispos afirmam que a publicação seguiu a estrutura de pensamento e trabalho do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), conselho responsável pela preparação e coordenação da campanha da fraternidade em seu formato ecumênico. "Não se trata, portanto, de um texto ao estilo do que ocorreria caso fosse preparado apenas pela comissão da CNBB", aponta a Nota.

No documento, a presidência da CNBB reafirma que a Igreja Católica tem sua doutrina estabelecida a respeito das questões de gênero e se mantém fiel a ela. "A doutrina católica sobre as questões de gênero afirma que 'gênero é a dimensão transcendente da sexualidade humana, compatível com todos os níveis da pessoa humana, entre os quais o corpo, a mente, o espírito, a alma. O gênero é, portanto, maleável sujeito a influências internas e externas à pessoa humana, mas deve obedecer a ordem natural já predisposta pelo corpo" (Pontifício Conselho para a Família, Lexicon - Termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas., pág. 673).

A nota informa que os recursos do Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) seguem rigorosa orientação, obedecendo não apenas a legislação civil vigente para o assunto, mas também a preocupação quanto à identidade dos projetos atendidos. "Os recursos só serão aplicados em situações que não agridam os princípios defendidos pela Igreja Católica", reforça a nota.

A presidência da CNBB afirma, no parágrafo final, que apesar de nem sempre ser fácil cuidar das dificuldades levantadas pela realização de uma Campanha da Fraternidade e da caminhada ecumênica e de muitos outros aspectos da ação evangelizadora da Igreja, nem por isso se deve desanimar e romper a comunhão, o que segundo os bispos é uma das maiores marcas dos cristãos. "Não desanimemos. Não desistamos. Unamo-nos", exorta a presidência da CNBB



Entenda a reestruturação redentorista

Em todo o mundo, a Congregação do Santíssimo Redentor passa por um processo de mudança significativa em sua organização, para poder continuar realizando sua missão na Igreja e no mundo. 

Assista ao vídeo e veja o que fala sobre esta realidade o superior da Província de São Paulo, padre Marlos Aurélio da Silva.

Acesse: https://www.a12.com/redentoristas/entenda-a-reestruturacao-redentorista-02-08-2019-09-58-26


Les presentamos al Hermano Valdir, Redentorista Indígena.

July 24, 20190186

(Manaus, Brasil) - Religioso, Misionario redentorista e indígena, con gran orgullo. Este es el hermano Valdir Santos de la Viceprovincia de Manaus. El joven de 27 años nació en São Gabriel da Cachoeira, una ciudad ubicada en el noroeste del estado de Amazonas, cerca de la frontera con Colombia.

Valdir con la hermana Eliana Cruz en Manaus

Valdir es de origen indígena, su familia es descendiente del pueblo Dessana, una tribu que habita en la región del Alto Río Negro. Desde 2010, el joven vive en Manaus. Inicialmente, ingresó al seminario diocesano, pero eligió la vida del Redentorista y hoy es un juniorista de la Congregación del Santísimo Redentor y está en el último año del curso de teología.

"Soy un indígena. Incluso ante esta realidad, abrazé, libremente, mi vocación. Mi familia hoy también me acoge como lo hice con la vida religiosa. Es un privilegio para mi pueblo tener un religioso de esta comunidad, es una gran alegría saber que nosotros también, como indígenas, podemos contribuir a la Iglesia", dice el Misionero Redentorista.

Junto con el hermano Sandro Duda, dirige las actividades de la Juventud Misionera Redentorista (JUMIRE) en la unidad de Manaus. Los dos asistieron al Congreso de Liderazgo JUMIRE, celebrado en la capital amazónica. Para Valdir, este fue un momento importante de fraternización e interacción entre los jóvenes, donde también pudo presentar algo de su cultura.

(www.a12.com)


CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2019

FRATERNIDADE E POLÍTICAS PÚBLICAS

Lema: "Serás libertado pelo Direito e pela Justiça" - (Is 1.27)



Nova coordenação da URB - União dos Redentoristas do Brasil

A nova coordenação da URB foi composta da seguinte forma: 

Presidente: Pe. Roque Silva Alves CSsR (BA), 

Vice-presidente: Pe. Nelson Antônio Linhares CSsR (RJ, MG e ES)  

Secretário: André Ricardo de Melo CSsR (GO). 

Os referenciais dos secretariados e das comissões, também foram definidos: Secretariado de Interprovincial de Formação: Pe. André Ricardo de Melo CSsR (GO); 

Secretariado de Interprovincial de Espiritualidade Redentorista (SIER): Pe. Edézio Borges CSsR (RS); 

Comissão da Juventude: Pe. Nelson Antônio Linhares CSsR, (RJ, MG e ES); 

Comissão dos Irmãos: Pe. Edilei Rosa CSsR (CG); 

Comissão dos Santuários e Perpétuo Socorro: Pe. Marlos Aurélio da Silva CSsR (SP); 

Comissão das Mídias e Justiça e Paz: Pe. Antônio Júlio Ferreira CSsR (FO); 

Comissão dos Leigos/Oblatos e Ex-seminariastas: Pe. Amarildo Luciano CSsR (AM); 

Comissão das Missões: Pe. Luiz Vieira CSsR (RE). 



A12 entrevista biblista Frei Carlos Mesters

O A12 conversa com um dos maiores biblistas do país, Frei Carlos Mesters. Ele é autor de três publicações recentes pela Editora Santuário, em parceria com outro biblista, Francisco Ourofino.

No bate-papo, Mesters explica um pouco do conteúdo dos três livros: "Gente como nós - os santos e as santas da bíblia para todos os dias do ano", "O credo - 12 artigos da nossa fé" e " Encontros de Maria com o povo de sua terra - 31 encontros de Maria, a mãe de Jesus".

Ele também conversa um pouco sobre como incentivar a leitura da bíblia e refletir a Palavra em círculos bíblicos.


Jornalista do A12, Eduardo Gois, 



Redentoristas de São Paulo têm novo governo provincial para 2019 e 2022 

Os Redentoristas de São Paulo contam com um novo Governo Provincial a partir do próximo dia 10 de fevereiro. A posse ocorre na missa das 18h, no Santuário Nacional de Aparecida.

Com toda a Província e pedindo as bênçãos de Nossa Senhora Aparecida, os próximos responsáveis pela condução da Unidade Redentorista de São Paulo irão atuar para o Quatriênio 2019 - 2022.

Padre Marlos Aurélio da Silva assume o governo diante da novidade da reestruturação de toda a Congregação Redentorista no mundo. O desafio, no entanto, é algo que o novo superior provincial acredita ser a oportunidade para um "novo tempo" na vida missionária e religiosa dos discípulos de Santo Afonso.

"A Reestruturação não significa o fim da Congregação. Mas é o início de um novo tempo! Hoje, estamos tendo a oportunidade de ser ainda mais missionários do que era possível em um passado recente. O vigor e a ousadia das origens estão sendo repropostos a todos nós! Se toda a Igreja é convocada pelo papa Francisco a estar em saída, para a Congregação trata-se de algo próprio de sua índole, pois ela é primordialmente missionária".

Padre Marlos já estava atuando junto ao governo anterior como conselheiro. Além dele, assume a direção da província padre Fábio Evaristo que também era conselheiro na gestão anterior e agora assume como Vigário Provincial, e os padres Anísio Tavares, Herivelto Pereira e Pedro Paulo Dal Bó como conselheiros.

Com a eleição do novo superior, em 18 de setembro de 2018, e após a composição dos conselheiros, o grupo visitou as 23 comunidades religiosas da Unidade de São Paulo. A visita motivada pelo diálogo com cada comunidade serve para manifestar a proximidade e ouvir as expectativas dos religiosos diante do Novo Quatriênio.

"Esse contato permitiu que a gente entrasse em diálogo para ouvir cada redentorista padre e irmão nas suas aspirações. Foi um momento para poder discernir o que é mais viável em vista do próximo Quatriênio. Eu e padre Fábio já acompanhávamos o governo anterior, mas é sempre uma oportunidade a mais para entrar em contato com realidades pessoais e pastorais das nossas comunidades, o que também contribuiu na composição dos membros das casas a partir deste ano", disse ao A12.

Padre Marlos é padre há 17 anos e possui mestrado e doutorado em Teologia Sistemática. Durante os últimos 12 anos, foi professor universitário no Itesp em São Paulo. Recentemente, lançou pela Editora Santuário o livro "Bispos do Brasil: promotores da participação dos leigos e leigas na Igreja e na sociedade", fruto de sua tese de doutorado.

Diante do novo compromisso, o Missionário Redentorista reforça a missão principal da congregação. "Continuemos unidos no mesmo ideal de servir ao Reino com alegria e gratuidade. Juntos somos mais e melhores! E jamais deixemos de manifestar nossa predileção pelos pobres e mais abandonados. Eles têm o direito de receber o anúncio da Copiosa Redenção dos nossos lábios e a partir do nosso testemunho", frisa.

O superior provincial deixa ainda uma mensagem aos leigos colaboradores junto à missão redentorista.

"Nós Redentoristas somos um grupo significativo e expressivo, mas sem a parceria dos leigos não conseguiríamos realizar o grande trabalho que realizamos. Queremos continuar somando esforços para nos dedicar cada vez mais a nossa missão. Cada batizado leigo e leiga tem sua participação da vida eclesial e por isso, são chamados a pensar a sua vocação e missão na sociedade. Este é um grande desafio que temos, o de homens e mulheres de fé que possam testemunhar para o mundo e para a sociedade civil, o seu compromisso com o Evangelho. Que cada leigo e leiga possa redescobrir o seu lugar na sociedade e naquilo que o Papa Francisco insiste de uma Igreja em saída", assinala.

Outro momento que marca a Unidade de São Paulo é a posse do novo reitor do Santuário Nacional de Aparecida, padre Carlos Eduardo Catalfo, no próximo dia 27 de janeiro, na missa das 18h, transmitida pela TV Aparecida.

O governo provincial tomou posse canônica no último dia 05 de janeiro, na festa de São João Nepomuceno Neumann, na Comunidade Redentorista Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Jardim Paulistano em São Paulo, sede provincial. A partir disso, o governo pode manifestar os atos administrativos inerentes à nova missão.

Fonte: www.a12.com


NOMEADO NOVO BISPO DE TEÓFILO OTONI - MG

Dom Messias dos Reis Silveira

A Nunciatura Apostólica no Brasil comunicou nesta quarta-feira, 14, a decisão do papa Francisco em nomear para a vacante diocese de Teófilo Otoni (MG), dom Messias dos Reis Silveira, transferindo-o da sede episcopal de Uruaçu (GO). A notícia foi publicada no jornal L'Osservatore Romano, às 12 horas de Roma.

Dom Messias dos Reis Silveira nasceu em 25 de dezembro de 1958 em Passos, Guaxupé, no estado de Minas Gerais. Realizou seus estudos filosóficos na Pontifícia Universidade Católica de Campinas e os estudos teológicos no Centro de Estudo da Arquidiocese de Ribeirão Preto. Foi ordenado sacerdote em 11 de agosto de 1992, e foi pároco da catedral "Nossa Senhora das Dores", na diocese de Guaxupé.

Foi o primeiro diretor pedagógico e formador do Seminário São José, do qual foi reitor. Também foi reitor da Casa de Formação Presbiteral "Nossa Senhora das Dores"; membro do Conselho Presbiteral; membro do Colégio de Consultores e do Conselho de Formação Presbiteral.

Dom Messias dos Reis Silveira foi nomeado pelo papa Bento XVI para a diocese de Uruaçu (GO) em 2007, sucedendo a dom José da Silva Chaves cuja renúncia ao governo pastoral da diocese foi aceita por limite de idade. No regional Centro-Oeste da CNBB, além de ser presidente ofereceu sua contribuição como bispo referencial da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e, atualmente, é bispo referencial da Comunicação.

Agora, com a nova missão assumirá a diocese de Teófilo Otoni (MG), até então vacante desde a saída de dom Aloísio Jorge Pena Vitral, em 2017.