NOTÍCIAS


Mensagem de Sua Santidade o Papa Francisco para o Dia Mundial das Missões de 2021

22 de outubro de 2021

"Não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido" (Atos 4:20 )

Queridos irmãos e irmãs ,

Uma vez que experimentamos o poder do amor de Deus e reconhecemos sua presença paternal em nossa vida pessoal e comunitária, não podemos deixar de proclamar e compartilhar o que vimos e ouvimos. A relação de Jesus com os seus discípulos e a sua humanidade, que nos é revelada no mistério da sua Encarnação, Evangelho e Mistério Pascal, mostra-nos até que ponto Deus ama a nossa humanidade e torna suas as nossas alegrias e sofrimentos, as nossas esperanças e as nossas preocupações. (cf. Gaudium et Spes , 22). Tudo sobre Cristo nos lembra que ele conhece bem o nosso mundo e sua necessidade de redenção, e nos chama a nos engajarmos ativamente nesta missão: "Ide, pois, pelos caminhos e atalhos, e convidai a todos que encontrares" (Mt. 22: 9). Ninguém está excluído, ninguém precisa se sentir distante ou removido desse amor compassivo.

A experiência dos apóstolos

A história da evangelização começou com o desejo apaixonado do Senhor de chamar e entrar em diálogo amigo com todos, tal como são (cf. Jo 15,12-17). Os apóstolos são os primeiros a nos dizer isso; lembravam-se até do dia e da hora em que o conheceram: "Era cerca de quatro horas da tarde" ( Jo 1:39). Experimentar a amizade do Senhor, vê-lo curar os enfermos, comer com pecadores, alimentar os famintos, aproximar-se dos rejeitados, tocar o impuro, identificar-se com os necessitados, propor as bem-aventuranças e ensinar de uma forma nova e autorizada, deixou uma marca indelével sobre eles, despertando espanto, alegria expansiva e um profundo sentimento de gratidão. O profeta Jeremias descreve esta experiência como uma consciência consumidora da presença ativa do Senhor em nosso coração, impelindo-nos à missão, independentemente dos sacrifícios e incompreensões que possa acarretar (cf. 20,7-9). O amor está sempre em movimento e nos inspira a compartilhar uma mensagem maravilhosa e cheia de esperança: "Encontramos o Messias" (1,41).

Com Jesus, nós também vimos, ouvimos e experimentamos que as coisas podem ser diferentes. Mesmo agora, ele inaugurou tempos futuros, lembrando-nos de uma dimensão muitas vezes esquecida da nossa humanidade, a saber, que "fomos criados para uma realização que só pode ser encontrada no amor" ( Fratelli Tutti , 68). Um futuro que desperta uma fé capaz de inspirar novas iniciativas e formar comunidades de homens e mulheres que, aprendendo a aceitar a própria fragilidade e a dos outros, promovem a fraternidade e a amizade social (cf. ibid ., 67). A comunidade eclesial revela o seu esplendor sempre que recorda com gratidão que o Senhor nos amou primeiro (cf. 1 Jo. 4:19). "A predileção amorosa do Senhor nos surpreende, e a surpresa por sua própria natureza não pode ser possuída ou imposta por nós ... Só assim pode florescer o milagre da gratuidade, do dom gratuito de si. Nem pode o fervor missionário ser obtido como resultado de raciocínio ou cálculo. Estar 'em estado de missão' é um reflexo de gratidão "( Mensagem às Pontifícias Obras Missionárias , 21 de maio de 2020).

Mesmo assim, as coisas nem sempre foram fáceis. Os primeiros cristãos começaram uma vida de fé em meio a hostilidade e adversidades. Experiências de marginalização e prisão combinadas com lutas internas e externas que pareciam contradizer e até negar o que eles tinham visto e ouvido. No entanto, ao invés de uma dificuldade ou obstáculo que os leva a recuar ou se fechar sobre si mesmos, essas experiências os impelem a transformar problemas, conflitos e dificuldades em oportunidades para a missão. Limitações e obstáculos tornaram-se uma ocasião privilegiada para ungir tudo e todos com o Espírito do Senhor. Nada nem ninguém deveria ser excluído da mensagem de libertação.

Temos um testemunho vivo de tudo isso nos Atos dos Apóstolos, um livro que os discípulos missionários sempre têm ao alcance. Lá lemos como a fragrância do Evangelho se espalhou conforme era pregado, despertando a alegria que só o Espírito pode conceder. O livro de Atos nos ensina a suportar as adversidades apegando-se firmemente a Cristo, para crescer na "convicção de que Deus é capaz de agir em qualquer circunstância, mesmo em meio a aparentes contratempos" e na certeza de que "todos aqueles que se confiam a Deus dará bons frutos " (Evangelii Gaudium , 279).

O mesmo se aplica a nós: nossos tempos não são fáceis. A pandemia trouxe à tona e ampliou a dor, a solidão, a pobreza e as injustiças vividas por tantas pessoas. Ele desmascarou nosso falso senso de segurança e revelou a fragmentação e a polarização crescendo silenciosamente em nosso meio. Aqueles que são mais frágeis e vulneráveis passaram a se sentir ainda mais frágeis. Temos experimentado desânimo, desilusão e fadiga; nem ficamos imunes a uma negatividade crescente que sufoca a esperança. De nossa parte, porém, "não nos proclamamos, mas sim Jesus Cristo como Senhor e a nós mesmos como vossos escravos por amor de Jesus" (2 Coríntios 4: 5). Como resultado, em nossas comunidades e em nossas famílias, podemos ouvir a poderosa mensagem de vida que ressoa em nossos corações e proclama: "Ele não está aqui, mas ressuscitou (Lc 24,6)! Esta mensagem de esperança destrói todas as formas de determinismo e, a quem se deixa tocar, dá a liberdade e a ousadia para se levantar e procurar com criatividade todas as formas possíveis de mostrar compaixão, o "sacramental" da proximidade de Deus conosco. , uma proximidade que não abandona ninguém à beira da estrada.

Nestes dias de pandemia, quando existe a tentação de disfarçar e justificar a indiferença e a apatia em nome do distanciamento social saudável, urge a missão da compaixão , que pode fazer desse distanciamento necessário oportunidade de encontro, cuidado e promoção . "Aquilo que vimos e ouvimos" (Act 4, 20), a misericórdia experimentada, pode assim tornar-se um ponto de referência e uma fonte de credibilidade, permitindo-nos recuperar uma paixão partilhada pela construção "de uma comunidade de pertença e solidariedade digno do nosso tempo, da nossa energia e dos nossos recursos ( Fratelli Tutti, 36). A palavra do Senhor diariamente nos resgata e nos salva das desculpas que podem nos lançar no pior tipo de ceticismo: "Nada muda, tudo fica igual". Para aqueles que se perguntam por que deveriam abrir mão de sua segurança, conforto e prazeres se não veem nenhum resultado importante, nossa resposta será sempre a mesma: "Jesus Cristo triunfou sobre o pecado e a morte e agora é todo-poderoso. Jesus Cristo está verdadeiramente vivo "(Evangelii Gaudium , 275) e quer que sejamos vivos, fraternos e capazes de acalentar e compartilhar esta mensagem de esperança. Em nossas atuais circunstâncias, há uma necessidade urgente de missionários de esperança que, ungidos pelo Senhor, possam fornecer um lembrete profético de que ninguém é salvo por si mesmo.

Como os apóstolos e os primeiros cristãos, também nós podemos dizer com plena convicção: "Não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos" (At 4, 20). Tudo o que recebemos do Senhor deve ser bem utilizado e compartilhado gratuitamente com os outros. Assim como os Apóstolos viram, ouviram e tocaram o poder salvador de Jesus (cf. 1 Jo 1,1-4), também nós podemos tocar diariamente a carne dolorosa e gloriosa de Cristo. Lá podemos encontrar a coragem de compartilhar com todos os que encontramos um destino de esperança, a certeza de que o Senhor está sempre ao nosso lado. Como cristãos, não podemos guardar o Senhor para nós: a missão evangelizadora da Igreja encontra realização exterior na transformação do nosso mundo e no cuidado da criação.

Um convite para cada um de nós

O tema do Dia Mundial das Missões deste ano - "Não podemos deixar de falar do que vimos e ouvimos" ( Atos 4:20), é um apelo a cada um de nós para "possuir" e levar aos outros o que carregamos em nosso corações. Esta missão sempre foi a marca da Igreja, pois "ela existe para evangelizar" (SÃO PAULO VI, Evangelii Nuntiandi, 14). Nossa vida de fé enfraquece, perde seu poder profético e sua capacidade de despertar espanto e gratidão quando nos isolamos e nos isolamos em pequenos grupos. Por sua própria natureza, a vida de fé exige uma abertura crescente para abraçar a todos, em todos os lugares. Os primeiros cristãos, longe de cederem à tentação de se tornarem um grupo de elite, foram inspirados pelo Senhor e sua oferta de uma nova vida para sair entre as nações e testemunhar o que viram e ouviram: as boas novas de que o O Reino de Deus está próximo. Fizeram isso com a generosidade, a gratidão e a nobreza de quem semeia, sabendo que outros gozarão do fruto do seu esforço e do seu sacrifício. Gosto de pensar que "mesmo os mais frágeis, limitados e problemáticos podem ser missionários à sua maneira, pois o bem pode ser sempre compartilhado, Christus Vivit , 239).

No Dia Mundial das Missões, que celebramos todos os anos no penúltimo domingo de outubro, recordamos com gratidão todos aqueles homens e mulheres que com o seu testemunho de vida nos ajudam a renovar o nosso compromisso baptismal de sermos apóstolos generosos e alegres do Evangelho. Recordemos sobretudo quantos se empenharam, deixando para trás a casa e a família, a missão de levar o Evangelho a todos os lugares e pessoas que desejam a sua mensagem salvadora.

Contemplando seu testemunho missionário, somos inspirados a sermos nós mesmos corajosos e a implorar "ao Senhor da messe que envie operários para a sua messe" (Lc. 10: 2). Sabemos que o chamado para a missão não é uma coisa do passado, ou um resquício romântico de tempos anteriores. Também hoje Jesus precisa de corações capazes de experimentar a vocação como verdadeira história de amor que os incite a ir às periferias do nosso mundo como mensageiros e agentes de compaixão. Ele dirige este chamado a todos e de maneiras diferentes. Podemos pensar nas periferias ao nosso redor, no coração de nossas cidades ou em nossas próprias famílias. A abertura universal ao amor tem uma dimensão que não é geográfica, mas existencial. Sempre, mas especialmente nestes tempos de pandemia, é importante crescer na nossa capacidade diária de alargar o nosso círculo, de chegar a outras pessoas que, embora fisicamente próximas de nós, não fazem imediatamente parte do nosso "círculo de interesses" (cf . Fratelli Tutti, 97). Estar em missão é querer pensar como Cristo pensa, acreditar com ele que aqueles que estão ao nosso redor também são meus irmãos e irmãs. Que seu amor compassivo toque nossos corações e faça de todos nós verdadeiros discípulos missionários.

Maria, a primeira discípula missionária, faça aumentar em todos os batizados o desejo de ser sal e luz nas nossas terras (cf. Mt 5, 13-14).

Roma, São João de Latrão, 6 de janeiro de 2021, Solenidade da Epifania do Senhor.

Franciscus

(Vaticano News)


Número de católicos cresceu 15,4 milhões segundo estatística da Igreja

O número de católicos no mundo está crescendo. Segundo dados do último "Anuário Estatístico da Igreja", o número de batizados aumentou 15,4 milhões desde a última pesquisa realizada pela Igreja Católica.

Os dados são divulgados pela Agência Fides, em virtude do Dia Mundial das Missões, realizado no próximo domingo, 24 de outubro. As estatísticas são selecionadas para esta data para oferecer uma visão panorâmica da Igreja no mundo.

O aumento no número de batizados só não foi expressivo na Europa, onde houve diminuição em relação ao ano anterior, de 292 mil. Já na África, como de costume, o aumento foi de 8,3 milhões de batizados, seguindo pela América (+5,3 milhões), Ásia (+1,9 milhões) e Oceania (+118.000).

Leia MaisPosso me casar na Igreja sem ser crismado?Menino invade audiência do PapaPor que contribuir com a Coleta Missionária?

No mundo todo, os católicos somam 1,34 bilhão de fiéis (1.344.403.000,dos 7,7 bilhões de pessoas no mundo), sendo nesse número já somados os 14,3 milhões. Os católicos representavam então, 17,74% da população mundial no dia 31 de dezembro de 2019, data a que se referem as estatísticas mais recentes reunidas pela Santa Sé.

A percentagem de católicos nos vários continentes é de 63,8% na América; 39,64% na Europa; 26,34% na Oceania; 19,49% na África; e 3,31% na Ásia.

As estatísticas do Anuário são bastante abrangentes e dizem respeito aos membros da Igreja, às estruturas pastorais, às atividades nos campos da saúde, do bem-estar e da educação. Veja alguns dados:

As instituições de caridade e assistência administradas pela Igreja em todo o mundo incluem:

  • 5.245 hospitais com o maior número na África (1.418) e na América (1.362);
  • 14.963 dispensários, principalmente na África (5.307), América (4.043);
  • 532 hospitais de leprosos distribuídos principalmente na Ásia (269) e na África (201);
  • 15.429 lares para idosos, doentes crônicos e deficientes, principalmente na Europa (8.031) e na América (3.642);
  • 9.374 orfanatos, principalmente na Ásia (3.233) e na Europa (2.247);
  • 10.723 jardins de infância com o maior número na Ásia (2.973) e América (2.957);
  • 12.308 conselheiros matrimoniais, principalmente na Europa (5.504) e na América (4.289);
  • 3.198 centros de educação ou reeducação social e 33.840 outras instituições.

O relatório destaca ainda a participação da Igreja Católica na área de educação, sendo a responsável pela administração de 72.667 creches e 98.925 escolas primárias nos cinco continentes, que servem mais de 42,6 milhões de crianças, e quase 50 mil escolas secundárias que têm 19 milhões de alunos, a que se somam mais de 6 milhões de estudantes do ensino superior.

Fonte: A12


Religiosa de 100 anos é adepta a redes sociais e YouTube

Escrito por Eduardo Gois

18 OUT 2021 - 09H00


Quem nunca se pegou com algum tipo de dificuldade de acompanhar o avanço tecnológico? Todos os dias tem uma rede social nova que surge, um aplicativo novo que faz coisas inimagináveis pelo celular, uma Smart TV com novas funções que chega, ou até mesmo um filtro com efeitos malucos que fazem a sensação da galera.

Para quem tem mais idade, é ainda mais difícil de se adaptar, se ajustar e integrar-se a um novo mundo em constante atualização. Não é do mesmo modo que as pessoas reagem, se abrem ou acompanham, pois cada um tem uma maneira de lidar

Aos 100 anos, completos em 18 de outubro, a religiosa da Congregação das Irmãs de São José Chambéry, Ir. Maria De Lourdes Sávio leva a sua vida de maneira ativa, com poucas limitações físicas, muita lucidez e sabedoria, antes da pandemia viajava o Brasil oferecendo cursos na área de autoconhecimento e desenvolvimento humano, muitas vezes sozinha.

Direto da comunidade em que reside, em Curitiba (PR), ela tem uma missão no entendimento do ser humano em sua plenitude. Psicóloga, hipnóloga e parapsicóloga, não ficou para trás no avanço da tecnologia, nem em aprender coisas novas a cada dia. Usa WhatsApp e Facebook com habilidade e até já se arriscou em criar uma conta no Linkedin e Instagram. Tem o seu próprio notebook, que carrega em suas viagens e faz cursos diversos com certa constância.

Em uma ocasião, ao ser questionada pelo repórter Eduardo Gois sobre como se adapta às mudanças tecnológicas, afirmou que não sabe explicar, mas talvez seja fruto da ação de Deus pra ajudar na missão de fazer o ser humano se conhecer melhor. 

Com a ajuda de amigos, Ir. Maria de Lourdes, também já se aventurou como youtuber, falando do que mais entende e mais escreveu livros: O ser humano. Veja abaixo alguns vídeos que o A12 listou:

1. O Eu profundo

 2. De que lugar partem os nossos atos 

3 . O Ato humano da sensibilidade


Fonte: Portal A12 



O Papa Francisco reconhece canonicamente a Conferência Eclesial da Amazônia (CEAMA)


O Papa Francisco reconheceu canonicamente a Conferência Eclesial da Amazônia (CEAMA) como pessoa jurídica pública eclesiástica. Isto foi comunicado em uma carta datada de 11 de outubro pelo Cardeal Marc Ouellet, Prefeito da Congregação dos Bispos, ao Cardeal Cláudio Hummes, Presidente da CEAMA, em resposta a uma carta enviada por este último em 30 de setembro. A aprovação ocorreu em 9 de outubro, durante a audiência com o Santo Padre.

A reportagem é de Luis Miguel Modino.

Após o reconhecimento canônico, falta a aprovação dos Estatutos, que o Papa examinará pessoalmente, e o correspondente Decreto de ereção deve ser redigido, o qual, como indica a carta, será enviado o quanto antes ao presidente da CEAMA, criada após sua Assembleia fundadora, realizada de 26 a 29 de junho de 2020, época em que se iniciaram os procedimentos com diferentes Dicastérios da Cúria Romana, um processo que durou até 4 de maio de 2021. Além disso, dentro do processo de renovação e reestruturação do Celam, também foram analisados os novos Estatutos do Conselho Episcopal Latino-americano, ao qual a CEAMA está vinculada.

Segundo o Cardeal Ouellet, "os dois Estatutos foram comparados a fim de coordenar suas respectivas atividades institucionais, definindo suas relações recíprocas". O objetivo é "evitar qualquer perigo de confusão ou sobreposição de competências, a fim de garantir o bom funcionamento das atividades e da missão de cada organismo".

A aprovação final depende "da conclusão do estudo comparativo necessário e da proposta e implementação das emendas ao texto", diz o presidente da Congregação dos Bispos. Não podemos esquecer, como menciona a carta, a natureza sem precedentes do organismo, pois estamos tratando de uma conferência eclesial e não apenas de uma conferência episcopal.

Neste sentido, o Pe. Alfredo Ferro SJ, secretário executivo da CEAMA, afirma que "para a Igreja latino-americana e particularmente para a Igreja da Amazônia, é uma grande alegria" o que se expressa na carta do prefeito da Congregação dos Bispos ao presidente da CEAMA, que comunica o reconhecimento canônico da Conferência Eclesial da Amazônia pelo Santo Padre.

Segundo o jesuíta colombiano, como CEAMA "sentimo-nos não só imensamente felizes, mas também reconhecidos por este gesto de afeto do Papa, dando reconhecimento ao que é o desejo e foi o compromisso do Documento Final do Sínodo, onde ele expressou a necessidade de criar esta conferência". Para o padre Ferro, "este reconhecimento canônico é feito no marco de um chamado que o Papa Francisco nos fez para viver a sinodalidade".

Neste contexto, nas palavras do secretário executivo da CEAMA, "temos claramente um contexto e uma situação favorável, expressa também na carta, na reestruturação e renovação do Conselho Episcopal Latino-americano (Celam), na preparação e celebração da próxima Assembleia Eclesial da América Latina e do Caribe e no início do processo do Sínodo dos Bispos sobre a Sinodalidade".

Para o padre Ferro, "sentimos que novos ventos do Espírito estão soprando nesta Igreja", pelo que ele agradece ao Senhor e ao cardeal Pedro Barreto, nomeado na carta, que "expressou explicitamente ao Cardeal Ouellet e ao Santo Padre a necessidade deste reconhecimento canônico para que a CEAMA possa agora desenvolver mais oficialmente, com esta personalidade jurídica, suas atividades e seus propósitos em sua ampla missão de delinear um Plano Pastoral para a Igreja da Amazônia".


Fonte: Instituto Humanitas Unisinos (18/10/2021)



Novena de Aparecida de 2021


A Novena Solene ocorre de 03 a 11 de outubro. Conheça mais sobre os bispos da Novena de 2021.

Escrito por Elisangela Cavalheiro

28 SET 2021 - 13H30 (Atualizada em 29 SET 2021 - 08H17)

Thiago Leon

A Novena Solene da Rainha e Padroeira do Brasil acolhe, todos os anos, a presença de bispos vindos das mais diversas dioceses do País. Eles representam a Igreja do Brasil e, como pregadores nas celebrações, são responsáveis por ajudar os devotos a compreender cada um dos temas ao longo dos nove dias.

Neste ano, o tema geral - "Com Maria, somos povo de Deus, unido pela aliança" - irá convidar os devotos para refletir sobre a Aliança de Deus com seu povo.

Deste tema geral, outros assuntos irão tratar sobre a Aliança Divina, como por exemplo, no terceiro dia da Novena, sob a presidência do bispo de Cruz Alta (RS), Dom Adelar Baruffi, que tratará sobre a "Aliança dos Mandamentos". Outro exemplo, é do tema do nono dia, com o Bispo Prelado Emérito do Xingu-Altamira (PA), Dom Erwin Krautler, que atualizará o tema bíblico trazendo uma reflexão sobre a "Aliança de unidade com o Papa Francisco".

Quem abre a Novena Solene é o Cardeal Sergio da Rocha, Arcebispo de São Salvador da Bahia (BA), com uma reflexão que tem relação direta com o tema central: "Em êxodo para a libertação e aliança!"


Veja todos os bispos que estão na Novena de 2021, junto de uma breve biografia:


1º Dia: 03 de Outubro (Domingo)

Tema: Com Maria, em êxodo para a libertação e aliança!

Pregador: Cardeal Sergio da Rocha, Arcebispo de São Salvador da Bahia - BA

O presidente do primeiro dia da Novena e Festa da Padroeira em 2021 é Dom Sérgio da Rocha. Ele tem como lema episcopal"Tudo na caridade", é bispo desde 2001 e é o atual arcebispo da primeira diocese do Brasil, a Arquidiocese de São Salvador da Bahia. Já foi presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, entre os anos de 2015 a 2019. Dom Sérgio acumula inúmeros cargos de relevância na Igreja do Brasil e no Vaticano. Ele foi criado cardeal pelo Papa Francisco, em 2016.

Dom Sérgio com o Papa Francisco

2º Dia: 04 de Outubro (Segunda-Feira)

Tema: Com Maria, ser Igreja, Povo de Deus!

Pregador: Dom Celso Antônio Marchiori, Bispo de São José dos Pinhais - PR

O segundo dia terá a presença de Dom Celso Marchiori que é bispo desde 2009. Antes de ser bispo em São José dos Pinhais, passou pela Diocese de Apuracana, também no Paraná, onde permaneceu por oito anos, até 2017, e depois assumiu a diocese atual. Atualmente, é bispo referencial de diversos organismos, entre eles a Pastoral do Dízimo, do Surdo, RCC e RENASEN. Na CNBB, é bispo referencial da Pastoral do Surdo.


3º Dia: 05 de Outubro (Terça-Feira)

Tema: Com Maria, unidos pela aliança dos mandamentos!

Pregador: Dom Adelar Baruffi, Bispo de Cruz Alta - RS

No terceiro dia da Novena, quem preside é Dom Adelar Baruffi que é bispo desde 2015, nomeado pelo Papa Francisco, na Diocese de Cruz Alta (RS). O bispo foi nomeado recentemente para a Arquidiocese de Cascavel (SC), onde deve tomar posse até o fim do mês de outubro. Dom Adelar trabalhou por 15 anos na formação sacerdotal e foi coordenador do Curso de Teologia e Bíblia e Teologia para Leigos, no Regional Sul 3.


4º Dia: 06 de Outubro (Quarta-Feira)

Tema: Com Maria, unidos pela aliança das bem-aventuranças!

Pregador: Dom José Negri, Pime, Bispo de Santo Amaro - SP

No quarto dia da Novena, a presidência é de Dom José Negri, que é um italiano, natural de Milão. Sua vinda ao Brasil se deve ao Pontifício Instituto das Missões Exteriores no qual ele foi ordenado presbítero com caráter missionário. Ele vive no país desde 1987, e teve passagens por seminários, paróquias, entre outros. Em 2006, foi ordenado bispo (auxiliar), para atuar na Arquidiocese de Florianópolis até ser transferido para a Diocese de Blumenau, em 2009 e, finalmente, para a Diocese de Santo Amaro, em 2015.


5º Dia: 07 de Outubro (Quinta-Feira)

Tema: Com Maria, unidos pela misericórdia samaritana!

Pregador: Dom João Francisco Salm, Bispo de Tubarão - SC

O quinto dia da Novena tem a presença de Dom João Salm, que é bispo desde 2012, atuando desde então nesta diocese catarinense. É desta diocese a Beata Albertina Berkenbrock. Seu lema episcopal é "Ide para a vinha". Este bispo assumiu em sua trajetória a formação de padres, sendo reitor em vários seminários, ele foi ainda reitor do Santuário Episcopal de Nossa Senhora de Azambuja. Ele também foiJuiz no Tribunal Eclesiástico de Florianópolis, e assumiu outras funções nesta Igreja local, até ser nomeado bispo de Tubarão pelo Papa Bento XVI.


6º Dia: 08 de Outubro (Sexta-Feira)

Tema: Com Maria e José, viver a aliança em família, Igreja doméstica!

Pregador: Dom Carlos Silva, Bispo Auxiliar de São Paulo - SP

No sexto dia da Novena, a presidência é de Dom Carlos Silva, ordenado bispo há poucos meses, em fevereiro de 2021. Ele atuava, até então, como Conselheiro Geral da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos (OFMCap), em Roma, na Itália. Foi nomeado bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, sendo designado Vigário Episcopal da Região Brasilândia. Ele já foi missionário no Norte do México, onde assumiu diversas funções, e depois de volta ao Brasil, ocupou cargos de destaque na sua congregação religiosa.


7º Dia: 09 de Outubro (Sábado)

Tema: Com Maria, uma aliança pela defesa da vida e do meio ambiente!

Pregador: Dom José Carlos de Souza Campos, Bispo de Divinópolis - MG

No sétimo dia da Novena, temos a presença de Dom José Carlos Campos que é bispo desde 2014, atuando sempre na mesma diocese mineira. É mestre em Teologia e, durante boa parte de sua vida, exerceu o magistério, sendo professor de diversas disciplinas em vários lugares. Atualmente é presidente do Regional Leste 2 da CNBB.


8º Dia: 10 de Outubro (Domingo)

Tema: Com Maria, celebrar a Eucaristia como aliança redentora!

Pregador: Dom Carlos Alberto Breis Pereira, Bispo de Juazeiro-BA

O oitavo dia da Novena traz na presidência Dom Carlos Alberto Breis, conhecido como Dom Beto Breis, que é bispo desde 2016, então como coadjutor (com direito a sucessão) na diocese baiana. Antes de assumir o episcopado, ele estava provincial na Província Franciscana de Santo Antônio do Brasil. Em sua ordem religiosa, exerceu diversas funções de serviço, formação e liderança.


9º Dia: 11 de Outubro (Segunda-Feira)

Tema: Com Maria, na aliança de unidade com o Papa Francisco!

Pregador: Dom Erwin Krautler, Bispo Prelado Emérito do Xingu-Altamira - PA

No nono e último dia, a presidência da Novena será de Dom Erwin Krautler, que é um austríaco que se naturalizou brasileiro em 1978. Foi ordenado bispo no ano de 1981, em Altamira (PA), com o lema "Servo de Cristo Jesus". Dom Erwin chegou à Amazônia muito antes, em fins de 1965, atuando na então Prelazia do Xingu, o que fez por mais de cinco décadas. Foi presidente do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), e assumiu ainda outros cargos na Igreja da América Latina, até que em 2015, renunciou por limite de idade. Atualmente, é presidente da Rede Eclesial Pan-Amazônica (Repam), onde atua na contínua defesa dos direitos humanos de ribeirinhos, indígenas, quilombolas, extrativistas, pescadores, e tantas outras expressões e trajetórias de vida emersas na Amazônia.

Dom Erwin com o Papa Francisco


ACOMPANHE A NOVENA E FESTA

Acompanhe toda a programação e a cobertura oficial da Novena e Festa de Nossa Senhora Aparecida no site A12.com/Padroeira e ainda em nossas redes sociais oficiais.




56ª ASSEMBLEIA PASTORAL REGIONAL DA CNBB NORDESTE 2

Participe acessando os links abaixo:

Manhã do dia 29 de setembro https://www.youtube.com/watch?v=Fex9EC0G43g

Tarde do dia 29 de setembro https://www.youtube.com/watch?v=w2bxhRVzO74

Manhã do dia 30 de setembro https://www.youtube.com/watch?v=RYhO8aPby_w


VII Assembleia dos Redentoristas de América Latina e Caribe 


Primeiro dia: segunda feira, 20 de setembro Iniciamos oficialmente a VII Assembleia com a eucaristia e a saudação, de modo virtual, do Padre Geral Michel Brelh que nos convidou a continuar com os trabalhos do plano Apostólico e de Reconfiguração. "A pandemia mais que dificuldade foi uma oportunidade para incentivar a criatividade missionária e mais consciente da desigualdade histórica e social do mundo ferido", foram as palavras do Papa Francisco citadas pelo Padre Geral. 

Esta situação foi inspiradora e nos permitiu conhecer a criatividade de tantas comunidades, confrades e leigos associados para o anuncio da Boa Nova, que fortalecerá o plano apostólico aprovado pela conferência. Além disso, a reestruturação é um processo de conversão e uma oportunidade para avaliar como exercemos a nossa missão de levar a Boa Nova aos pobres e abandonados no mundo ferido. O plano de reconfiguração de América Latina reconhece o esforço de cada unidade e a vocação comunitária. É necessário revitalizar o entusiasmo para continuar esse projeto apesar dos atrasos causados pela pandemia. Pe. Michael agradeceu o esforço da Conferencia e salientou que o trabalho aqui desenvolvido se tornou referência para toda a Congregação. Logo em seguida a palavra do Padre Geral, foi a vez de Pe. Enrique López apresentar o texto do Plano Apostólico. Segundo Enrique López o Plano Apostólico é um conjunto de orientações para os projetos e planos pastorais que estão desenvolvendo cada unidade. O Plano Apostólico é o coração da reestruturação. Não se trata de uma uniformidade e sim de compartilhar aspectos comuns que mais tarde serão discernidos em contextos particulares. 

O Plano Apostólico não é para salvar as estruturas, mas sim para servir às pessoas concretas. Pela tarde Padre Rogério Ramos e Pe. Nelson Acosta, ambos canonistas, apresentaram o trabalho que é de incumbência da comissão canônica e alguns critérios para elaboração dos novos estatutos. Toda norma nasce da experiência de uma comunidade e esta por sua vez devem ser claras, compreensíveis e funcionais. 

Ao final do dia encerramos com a oração suplicando a intercessão de São Joao Neumann. 


Pe. Marlos Aurélio (Provincial de São Paulo)


VIII ERESER MANAUS


OS AMIGOS DO REDENTOR PARA SEMPRE - ERESER MANAUS - 2021.

Realizaram-se nos dias 18 e 19 de setembro 2021, o VIII e o IX ERESER MANAUS, sendo que no dia 18, foi de forma virtual, e no dia 19, presencialmente, com a celebração da Eucaristia, em memória agradecida dos nossos amigos que morreram na pandemia. O 1⁰ Encontro que aconteceu por ocasião dos 50 anos do Seminário do Santíssimo Redentor de Benevides, PA. A partir do terceiro ERESER (2015) realizado em Coari, AM, celebrando a fundação da Casa Apostólica de 1949 (Primeiro Seminário da VP de Manaus), que começamos a pertencer oficialmente a UNESER BRASIL.

Depois de um jejum imposto pela pandemia, o grupo decidiu, neste ano de 2021, reunir-se, mas com toda a precaução. O projeto do VIII e tornado também o IX ERESER, gravitaria no eixo da gratidão pelo ministério ordenado de dois filhos de ex-seminaristas, nossos colegas. Além do mais, seria um reforço da vocação missionária, enquanto leigos na Igreja ministerial e menos clericalizada. E assim aconteceu.

Sentimo-nos participantes da Missão Redentorista quando o nosso Vice-Provincial Pe. Amarildo Luciano abordou nossa inserção na nova configuração das Províncias CSSR do Brasil e das novas frentes de apostolado na Amazônia, com destaque as novas Paróquias, no Acre. Ao mesmo tempo, reforçamos a Igreja das pequenas comunidades, a partir da vivência de nossas famílias e profissão para expandir-se na vizinhança e no testemunho de pequenos projetos que sejam respostas às dores e às feridas deste mundo doente.

O Sr. Vicente Zica, da Diretoria da UNESER, palestrou sobre S. José e o caráter de fidelidade do santo para o mundo trabalho. O silêncio, a criatividade e a ousadia de S. José para proteger sua família foi grandemente reverenciada, assim como seus sonhos e intuições para salvar o filho e sua mãe.

Zica analisou a expertise de S. José que nos força a ter intuições acerca das modificações profundas do trabalho humano. Mostrou que as pesquisas mostram que antigas profissões desaparecerão e que outras surgirão, exigindo habilidades que o modelo de educação não está dando conta para esse novo mundo. A automação e o desenvolvimento da inteligência cognitiva dos supercomputadores levarão a uma nova cultura de aprendizagem.


Outro fato do ERESER MANAUS foi o primeiro após a nova diretoria da UNESER - Gestão 2021 - 2023, na qual pertencemos, incondicionalmente, não anulando nossas diferenças e experiências regionais, mas nos oportunizando a vivermos como irmãos, tolerantes, compassivos e cooperativos, criando projetos de cuidado com os idosos, empobrecidos, desempregados, ribeirinhos, entre outros.

A noite do dia 18 foi premiada com a Oração da Noite em tom penitencial, dirigida pelo Pe. José Marques, nosso atual diretor espiritual. Em seguida, a Hora Amadora (Sarau) dos nossos artistas, poetas e músicos, entre os quais, alguns já falecidos que deixaram suas histórias e depoimentos gravados. Noite emocionante de saudades e de esperanças!

A missa de encerramento foi presencial. Ponto máximo da gratidão por tudo que marcou nossas vidas no Seminário e determinou nossas conquistas. Dom Gutemberg, bispo Emérito e nosso antigo professor e diretor do tempo de Seminário, foi o celebrante, acompanhado do nosso diretor espiritual Pe. MARTIN Lawmann.

A Memória Viva da Missão nas comunidades nos rios ficou por conta do Pe. Antônio Desidério, que veio da Província de São Paulo para a VP de Manaus, mostrando que o Reino não tem limites para ser anunciado e nem tem reservas de tempo e espaço para nenhum missionário.

Pe.Toninho ou Tiri, antigo diretor espiritual da Uneser, descobriu o Amazonas quando vinha acompanhar nossos Encontros Regionais. Assim se expressou quando foi convidado a dar seu testemunho:

"Não sei o que lhe dizer, só digo que me arrependo de não ter vindo uns dez ou vinte anos antes, para trabalhar por essas bandas. Agora a idade já pesa e o físico fala mais forte do que a vontade. Mas vamos dentro do possível". Nós todos, amigos e sempre redentoristas, leigos ou congregados, não podemos ficar instalados no comodismo, onde quer que estejamos. Assim sendo, por ele e por tantos missionários do passado podemos rezar: "Como rio copioso, as águas do Amazonas fertilizaram as margens com as sementes do Reino e se constituíram como Igreja em pequenas comunidades."

Nós, ex-seminaristas, somos UM na Missão Partilhada como seguidores de Santo Afonso, servindo os "cabreiros" ribeirinhos das margens dos rios e das cidades


Nelson Peixoto, Diretor de Liturgia




Celebração da Beata Maria Celeste para dia 11 de setembro. Vamos com alegria celebrar esta Mística que desempenhou um importante papel nas origens de nossa Congregação. 

Baixe o texto abaixo:






TRÍDUO DE SANTO AFONSO

Celebração do Tríduo da festa de Santo Afonso

Acompanhe o texto abaixo 

SANTO AFONSO MARIA DE LIGUORI

01.08.2021

TRÍDUO

1° DIA : DA INJUSTIÇA AO EVANGELHO 

Sugestão:


- Acentuar o aspecto de êxodo de Afonso: Verdade, serviço ao pobre, encarnação entre os pobres. Coloquem-se símbolos da advocacia, livros de estudo, de piedade.
LEITURA INICIAL

"Meu Deus, resisti muito a vossa graça. Eis-me aqui, fazei de mim o que quiserdes" (Santo Afonso).


Um gigante! Um gigante da história da espiritualidade e da própria história (Delumeau). Coisa boa é ouvir alguém falando bonito do pai da gente. Alguém que elogie o pai, deixa a família toda engrandecida. Nosso Pai Santo Afonso sempre foi para nós motivo de alegria. A admiração por ele e o seguimento de seus passos constituem para nós não somente uma questão familiar, mas uma opção dentro do Evangelho. Estar ligado a Santo Afonso é a garantia de realizarmos hoje a obra que ele iniciou. Não repetimos Afonso, tomamos vivo seu projeto. Assim ele vive através de seus filhos um modo de ser Igreja.


"Afonso é um homem raríssimo pela sua capacidade multiforme: era pintor, poeta, músico, arquiteto, advogado, teólogo, moralista, histórico, apologista, orador fascinante, fundador de um Instituto missionário, bispo zelozíssimo, escritor dos mais fecundos e lidos no século XVIII. Um homem extraordinário: pela vastidão de seu saber; pela tranquila imediatez com que entrava em um assunto e se saia bem com ele; pela agradável segurança com que afrontava um problema e dava-lhe solução; pela esperança que era capaz de dar ao último dos desesperados; pela alegria que deu a quem estava imerso no sofrimento" (S. Raponi).

Afonso, nasceu em Nápoles. É o mais santo dos napolitanos e o mais napolitano dos santos. Ele viveu o seu tempo, participando de seu mundo, de todos os aspectos da vida italiana e europeia.


Que sua intercessão e presença junto de sua Congregação seja para nós a resposta de nossa prece fervorosa de louvor e ação de graças.

Tomaremos os textos da missa pelas vocações. Vemos em Afonso que a vocação lhe vem de um chamado que ele via como uma exigência que o queimava por dentro. Mas para realizá-lo teve de abandonar muito para levar adiante aquele fogo que o consumia.


TEXTO DA MISSA (Missa pelas Vocações, Missal Romano)

PRIMEIRA LEITURA (Jr 20,7-9)


Salmo 39

EVANGELHO (Mc 1 0,28-30)

HOMILIA

Afonso, um homem do seu tempo que descobriu o que fazer por seu tempo.

1. Afonso Maria de Liguori no seu caminho espiritual, como será visto nestes dias, fez um constante êxodo na sua vida. Da mentira da justiça ele escolhe a verdade do Evangelho. Nele descobre o serviço aos pobres como sacerdote. Conhecendo os pobres do interior decide colocar entre eles sua tenda. Fez-se Igreja entre os abandonados. Este é o caminho que todo redentorista deve trilhar sob risco de trair sua vocação.


2. Numa 4 feira, dia 27 de setembro de 1696, às 8 horas da manhã, nasce Afonso. Batizado dois dias depois com o nome de Afonso Maria Antônio João Francisco Cosme Damião Miguel Gaspar. Seu pai, Joseph Felix de Liguori (D. Giuseppe), nasceu em 1670 e aos 15 anos entrou para o serviço naval espanhol. Casou-se em 1695

com D. Anna Catarina Cavalieri (26.11.1670). Ele com 25 anos e ela com 24. (Mortos:

o pai com 75, em 1745, mãe com 85, em 1755.)

Filhos: Afonso (1696); Antônio (1698- 1739) foi beneditino, mestre de noviços e abade; Madalena e Maria Luiza, gêmeas (1700); Madalena morre criança e Luiza toma-se religiosa; Caetano (170 1- 1784). Fez-se padre secular; Ana Maria (1702), religiosa. Tereza Maria (1704) casa-se com 16 anos com um barão viúvo, sofreu muito, sem filhos. Hércules Maria (1706) casado duas vezes; Afonso foi padrinho de um de seus filhos. Era muito preocupado com os sobrinhos.


3. O pai, vivia uma vida duríssima na sua galera; deixou a educação dos filhos à mãe, o que influenciou muito Afonso. Ela levava vida de oração e penitência. Transmitiu aos filhos o amor à oração e a Maria. Quando Afonso tinha 6 anos, a família muda-se para Nápoles, onde Afonso tem uma aprimorada educação em casa com mestres escolhidos pelo pai. Com Pe. Domenico Banaccia, faz latim, grego, francês, espanhol, italiano, história, matemática e física. Outro mestre inicia-o na filosofia. Seu pai quer que se forme para ser cavalheiro napolitano. Para isso, outros mestres o instruem no desenho, pintura e arquitetura, onde ele demonstra grandes talentos. Na pintura temos dele, como jovem, a pintura do crucifixo e de Nossa Senhora. Também instruído na dança e na esgrima, que eram parte da formação do nobre napolitano. Na música foi seu mestre Gaetano Greco, discípulo de Scarlati. Afonso, com a música e composição teve um excelente instrumento para o trabalho missionário e para a vida da comunidade.


4. Nápoles era o centro cultural e social da Europa. Era também forte na espiritualidade. A mãe coloca Afonso sob a direção espiritual do Pe. Pagano, como ela e seus irmãos, que o seguirá até o tempo da fundação da Congregação. Prepara-o para a primeira comunhão aos 9 anos. Afonso, como era chamado na convivência familiar, participa dos diversos grupos (oratórios) que acontecem para as diversas idades e condições. O pai, querendo-o na crista da sociedade, o conduz à advocacia, melhor profissão no momento, pois os napolitanos são rixentos por natureza. Havia muito trabalho. Basta ver que duas irmãs de Afonso, religiosas, processam o pai por questões de dote. Aos 16 anos e 4 meses Afonso é advogado. No crescer de sua profissão ele frequenta os melhores ambientes do ramo.


5. O desenvolvimento de Afonso na advocacia leva-o ao auge em um processo internacional. É um caso que vinha arrastando-se já havia 200 anos. Afonso na sua velhice contou o caso dizendo que foi uma falha sua. Mas foi um ato de falsidade da justiça. Foi corrupção. (O caso está bem explicado no livro de Rey-Mermet: Rey-Mermet, pg 125 ss.). Vendo que a justiça caminhava em vias diferentes de sua maneira de ver, tem aquela sua frase monumental: "Mundo eu te conheço! Tribunais não me vereis jamais". O resultado do processo desfavorece à posição de Afonso e a seu cliente Orsini. Foi em julho de 1723. Em agosto o caso volta e é dada razão à posição de Afonso. Assim a coisa ficou entre amigos, num acerto de cavalheiros. Mas a mão de Deus já fizera um corte fundo na vida de Afonso: sua grande conversão, seu êxodo: buscar a verdade do Evangelho.


6. O choque para Afonso foi profundo. Começa a recuperar-se: ocupa-se em leituras no quarto, visitas às igrejas onde havia a adoração do Santíssimo e ao Hospital dos Incuráveis. Na novena da Assunção ele põe o espadim de nobre aos pés de N. S. das Mercês. A tensão entre ele e o pai é enorme. Percebe com clareza o que Deus quer dele: deixa o mundo e entrega-te a mim. Nesse memorável 29 de agosto de 1723 ele diz: "Meu Deus, resisti muito à vossa graça. Eis-me aqui, fazei de mim o que quiserdes" (Tannoia, 25). Cristo-Evangelho é experimentado como sentido do qual toda a realidade, toda vida tem extrema necessidade. É o primeiro passo do fundador.


7. Por aqui se compreende que a decisão vocacional de Afonso não foi um fato repentino, movido por uma desilusão e fracasso profissional. Ela já vinha de longe. Foi, sim, o momento da ruptura. Mas já desde a Semana Santa em abril de 1722 ele já tomara a decisão, como ele próprio o diz. Devia agora superar as diversas etapas, pois como primogênito ele tinha obrigações e inclusive havia leis eclesiásticas que impediam. Ele tomara a decisão nesse retiro que muito o marcou, mas já era caminho andado. Ele era jovem atraente fisicamente, tanto que seu pai se esforçara por um bom casamento e havia recusas de sua parte. E o caminho que já fazia no seu interior. Devemos tirar de vez da mente que o fato do tribunal foi o nascer de sua vocação sacerdotal. Aí ele se rende à graça de Deus.


PRECES

Todos recebemos chamamentos que exigiram de nós uma definição, uma ruptura, um êxodo. Vendo a vida de Santo Afonso, deparamo-nos com uma figura humana muito dotada, mas que teve de dar seus passos na direção ao Evangelho. Nesta oração universal peçamos sobretudo para que nossos jovens sejam mais radicais nas suas respostas a Cristo.

- A Igreja vive no mundo da injustiça, mentira e corrupção, para que dê sempre o testemunho do Evangelho através da Palavra e da vivência coerente, rezemos:

- Pela intercessão de Santo Afonso, ouvi-nos, Senhor.

- Pelos sacerdotes e religiosos, para que, vivendo seu carisma e ministério, sejam no mundo uma luz que ilumina e orienta, rezemos:

- Pelos jovens, para que, repetindo o gesto de tantos jovens da Igreja que deram tudo de si e a própria vida a Cristo, para que sejam eles os renovadores de nossa sociedade, rezemos:
- Pelas famílias, para que na educação dos filhos preparem homens e mulheres para um mundo em mudança, rezemos:
- Pelas crianças da catequese, para que possam unir o aprendizado à vivência religiosa, rezemos:
- Pelos Redentoristas, para que possam contribuir com a Igreja através de uma vida verdadeiramente evangélica, a modo de Afonso, rezemos:
- Por todas as pessoas falecidas que se preocuparam com a formação dos jovens, para que possam receber o prêmio de sua luta e idealismo, rezemos:


Oremos. Deus, que destes a Afonso uma disposição de crescer em sabedoria e graça, concedei que tenhamos força de viver o exemplo que nos deixou e lutar pelo que ele lutou. Pedimos por Jesus Cristo nosso Senhor.


2° DIA - Tríduo - AFONSO SACERDOTE


LEITURA INICIAL

"Gostava de ver-se rodeado da gente simples, como os Lazzaroni e gente de ofícios humildes" (Tannoia).


Celebrando o tríduo da festa de Santo Afonso, nós percorremos com ele um caminho de conversão em direção ao projeto evangélico. O nobre napolitano abandona tudo: "Iluminado por uma luz nova, consagra-se todo a Deus e renuncia ao mundo.., fazendo a Deus e a Virgem o holocausto de sua casa" (Tannoia, 25-26). Ele, naquele 29 de agosto de 1723, coloca aos pés de Nossa Senhora das Mercês, seu espadim de nobre. Não era um render armas, mas o rasgar um véu e ver claro o caminho.


Afonso, inicia seu novo êxodo. Depois de tal decisão ele caminha para o serviço sacerdotal e nele o serviço ao pobre. Foi um ato de imensa profundidade, pois atingindo o coração de Deus ele percebe o que Deus ama. E caminha para lá. Assim seu coração se forma e ele se faz um com a gente. Esse êxodo é o primeiro passo para a criação do Instituto. Primeiro prepara-se o coração. Então surge desta terra fecunda a planta vigorosa.


Celebramos a missa pelos sacerdotes. Na leitura vamos ouvir a palavra: "Desejávamos dar-vos não somente o Evangelho de Deus, mas até a própria vida, de tanto amor que vos tínhamos", O coração do sacerdote é amor. Assim foi Afonso. O Evangelho proclama: "Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida". Afonso deu a vida toda ao Evangelho e a cada pessoa. Nesta Eucaristia rezemos pelos sacerdotes para que compreendam que é dando a vida que realizarão seu ministério e se realizarão como pessoas.


No seguimento de Afonso, nós nos preocupamos nestes últimos tempos em levar avante a obra missionária, sobretudo procurando os pobres. Não podemos dizer que tenhamos de fato encontrado os pobres, mas na intenção são os que mais nos preocupam, que eles cheguem realmente a nos ocupar. O pobre, o abandonado, procurado intencionalmente é nossa razão de ser. O êxodo de Afonso é nosso programa. Colocar aos pés de Nossa Senhora nossas disposições de caminhar é deixar-se vencer pelo amor maior.


TEXTO DA MISSA (Missa pelos Sacerdotes, Missal Romano)

PRiMEIRA LEITURA (lTs 2,2b-8)


Salmo 15,1 -11

EVANGELHO (Jo 10,11-16)

HOMILIA
1. Assentada a poeira da implosão dos tribunais na sua vida, acertado da vontade de Deus, vencida a oposição do pai, concordam que ele será padre secular da diocese de Nápoles e não oratoriano como queria Afonso. Dom Giuseppe apresenta o filho ao Cardeal Pignatelli que o aceita para a ordenação. Dia 23 de outubro de 1723 recebe a batina, O pai recusa-se a estar presente. Nos meios napolitanos se diz que é desilusão ou que está fora de si. O pai se recusa a vê-lo durante dois anos dificilmente lhe dirige a palavra. Em sua preparação ao sacerdócio, permanece em casa, em vestes clericais fazendo os estudos com orientação de professores e Idscrito a uma igreja onde pratica liturgia, catecismo etc. Pertencia também a alguma das sociedades apostólicas, confrarias de clérigos. Ele participa das Missões Apostólicas. No dia 2l de dezembro de 1726 é ordenado sacerdote.


2. O êxodo de Afonso continua: Ele, como sacerdote, é o homem que descobre a dimensão do sacerdócio de Cristo: pôr-se a serviço pelo sacramento da penitência, Eucaristia e pregação da de Deus. Toda grandeza que via no sacerdócio era para o bem das pessoas. Seu confessionário era assediado. Pregava Jesus crucificado não se perdendo em alocuções vazias. Tudo era consistente em estilo claro e familiar. Passa a morar no Colégio dos chineses ficando livre para levar a vida como bem gostava: trabalho e vida espiritual.


3. Seu êxodo ao serviço leva-o a emigrar para as partes mais pobres da cidade: "trabalhava geralmente no mercado e no Lavinaro, onde se encontrava a escória do povo napolitano; se comprazia mesmo de se ver cercado dos mais desgraçados, como são os chamados Lazzaroni, de outros de ínfima posição". Afonso preferia essas pessoas a quaisquer outras.


4. Nasciam as capelas vespertinas. De tardinha, depois da fatigante jornada de trabalho, os humildes trabalhadores se reuniam no canto de alguma praça, numa oficina de artesão, mais arde numa capela, para serem evangelizados, rezar, meditar e cantar. Eram grupos populares do lugar, animados por leigos e caracterizados pela espontaneidade; grupos de primeira evangelização, de conversão e de crescimento generoso para a santidade, de empenho apostólico. Grupos humildes de pobres, para os humildes e pobres. Afonso e o grupo de sacerdotes amigos estavam ora em um, ora em outro grupo para sustentar, pregar e confessar. Afonso fazia seu continuado êxodo: ia passando seu coração e sua vida para o lado do povo. Tornava-se mental, espiritual e pastoralmente um do povo. Quando está velho, recebendo visita de amigos de Nápoles, comentavam sobre as capelas. Este dizia de um cocheiro (condutor das carruagens) que era um grande santo. Ele se emociona e tem seu júbilo: "Em Nápoles cocheiros santos! Glória ao Pai!"

Essas capelas vespertinas são a pré-história da Congregação.

PRECES
Na oração comunitária e universal, ofertemos a Deus nossas preocupações por todos os filhos de Deus dispersos pelo mundo, recordando-nos de modo especial dos padres redentoristas, que, seguindo os passos de Afonso, deem continuidade ao Redentor na sua missão de evangelizar.


- A Igreja universal torna-se presente em cada localidade mostrando suas luzes e trevas. No mundo das trevas estão os esquecidos, os humildes, os abandonados aos quais até a Igreja abandona. Para que ela se desperte e tome atitudes coerentes com o Evangelho, rezemos:

- Pela intercessão de Santo Afonso, iluminai-nos, Senhor.


-
Pelos sacerdotes colocados a serviço do povo de Deus, para que possam descobrir os mais abadonados e colocar a vida para a libertação integral de todos, rezemos:
- Pelos religiosos que por seu carisma têm a atenção aos mais desprovidos, para que não fujam para obras que os distanciem de seus destinatários, rezemos:

- Por todo o povo de Deus, para que se empenhe em viver a alegria de ser comunidade e viver uns pelos outros, rezemos:

- Pela Congregação do Santíssimo Redentor que tem na preferência pelas condições de necessidade pastoral e a opção pelos pobres sua razão de ser e seu distintivo, para que seja sempre fiel a sua vocação no seio da Igreja, rezemos:


Oremos: Conscientes de nossa missão, suplicamos ao Pai que nos escolheu para que ele leve a efeito a obra que em nós iniciou. Por Cristo nosso Senhor.


DIA - Tríduo - AFONSO FUNDADOR


LEITURA INICIAL

"Hoje, 28 de novembro de 1732, fiz voto de não deixar a Congregação, a não ser se Falcóia me ordenasse ou outro diretor espiritual sucessor seu" (Diário).


Na história da salvação Deus escolhe homens e mulheres para implantar no meio do povo seu gesto amoroso de Pai. Sempre soubemos que Deus tem nas mãos os destinos da história. Mas há pessoas que assumem uma dedicação tal ao povo de Deus que são eles a dar rumos a história. É Deus agindo através de gente do seu povo. Seus escolhidos, são aqueles que corresponderam com generosidade.


Surge assim no ano de 1696 um homem de estatura pequena, mas que será um gigante que irá influenciar fortemente seu tempo e o tempo que lhe segue. Afonso Maria de Liguori, da nobreza napolitana faz um caminho inverso: não galga os degraus da glória, mas desce as escadas para viver nos porões da humanidade, escolhendo dedicar sua vida à promoção espiritual e humana daqueles que não faziam parte do assunto quando se falava das realidades do mundo.


Contemplamos hoje a figura de Afonso como fundador de uma Congregação religiosa. Nós iniciamos este tríduo seguindo seu êxodo. Vai do mundo da injustiça e falsidade às verdades do Evangelho. No Evangelho descobre o serviço sacerdotal aos pobres. Agora temos o ponto alto de sua "conversão", de seu êxodo permanente. (Fala-se de conversão, mas Afonso já tinha grande caminho andado, tanto que seu escravo muçulmano Abdala converteu-se pelo exemplo de seu jovem senhor.) O ponto de chegada desse êxodo é a encarnação. Ele se transfere, não somente teologicamente ou racionalmente, mas física e geograficamente para o mundo do abandono.


Nas Constituições Redentoristas encontramos a chamada permanente para endereço de nossa identidade redentorista: o pobre, humilde e oprimido. Sugere-se até formas novas de pobreza. No capítulo geral de 91 colocou-se a dimensão da inculturação de nossa vida. É este o caminho que Afonso fez.
A liturgia que tomamos é a da missa pelos religiosos. As leituras colocam dois fundamentos da vida religiosa: a loucura de Deus e a descoberta da revelação pelos humildes, O desprezo do mundo na sua visão positiva manifesta a opção pela sabedoria de Deus, descoberta pelos que se fazem pequeninos diante de Deus.


TEXTO DA MISSA (Missa pelos religiosos, Missal Romano)

PRIMEIRA LEITURA (lCor 1,25-31)


Salmo 18,9-11

EVANGELHO (Mt 11,25-30)

HOMILIA


Santo Afonso, Fundador da C.Ss.R.

1. A fundação da Congregação não é um fato inesperado e nem solitário. Estamos tão centrados na pessoa de Afonso que esquecemos os diversos elementos e pessoas que para isso concorrem. É de se notar que Afonso tem consciência clara de seu papel, como se vê em seu "diário". Quando faz o voto de não deixar o Instituto (28.11.1732), ajunta uma frase monumental: "... quanto às regras, estabelecê-las ou mudá-las fica ao meu arbítrio. Explicá-las ou colocar outras condições, fica ao meu arbítrio". Entraram no contexto da criação do Instituto, sobretudo Falcóia, que pretendia fundar uma Congregação nesta linha, e Maria Celeste, que dá o toque inicial e contribui com o texto de seus escritos. Estão juntos os colegas que estiveram juntos nas capelas vespertinas e nas Missões Apostólicas.


2. Três são os elementos que fortemente encaminham Afonso para a decisão: as capelas vespertinas, as Missões Apostólicas onde iniciou sua atividade missionária e suas férias em Santa Maria dei Monti. Afonso, depois de missões na cidade de Nápoles, teve uma forte experiência nas regiões de Puglia, região pobre e abandonada. Aí começa seu 3° êxodo: ao mundo do abandono. Quando cansado, faz juntamente com outros missionários as férias e descobre nos cabreiros o ponto de chegada de seu processo. Volta para casa pedindo a Deus que suscitasse entre os filhos de Abraão alguém que se ocupasse deles. Não era mais o mesmo. Tannoia fala que seu coração lá ficara. Isto foi em julho de 1730.


3. Depois da fundação da Ordem, Celeste diz que Deus o quer nessa obra missionária. A bomba explode na capital: Afonso estava doido. Estava seguindo uma freira visionária. Ele responde: Estou me guiando pelo Evangelho. Depois de tanta consulta, certo da vontade de Deus, junto com companheiros seus das Missões Apostólicas e outros, reúne-se com Falcóia em Scala e dão início à Congregação. Nos primeiros dias fazem o projeto do Instituto. Eram tantas as ideias: Afonso se bate pela obra missionária; os outros querem outras coisas como escola etc.


4. Não chegando a conclusão fazem a primeira experiência missionária em Tramonti no mês de janeiro. Sucesso total. As dificuldades de entendimento fizeram que alguns o deixassem. Ele fica só com Vítor Curzio, o irmão leigo e o Pe. Ele tem uma certeza: "Deus não tem necessidade nem de mim nem de minha obra. Contudo eu creio que ele me ordena a prossegui-la, apesar de estar só, eu me esforçarei para chegar ao objetivo". Os que se foram fundam outra Congregação. Mais tarde quererão por todos os meios unir-se a Afonso, usando até mesmo a força do Rei. Afonso recusa-se terminantemente.


5. O que sustentava Afonso no embate? Seu êxodo! Ele caminhava como se visse o invisível. Tannoia conta: "Nos primeiros dias de novembro, ... cavalgando com dificuldade um jumento de carga e, ocultando sua partida de seus parentes e amigos, deixa Nápoles e se dirige para a cidade de Scala ... fazendo a Jesus Cristo um sacrifício total da cidade de Nápoles, ofereceu-se para passar os seus dias dentro de choças e tugúrios e para morrer entre camponeses e pastores" . Leva dentro de si um projeto: uma comunidade-missão entre e para os abandonados.


6. Assim estabelece a vida comum como missão permanente. Cria comunidades e forma jovens ardorosos que chegam para continuar Jesus Cristo pregando a Palavra de Deus aos pobres, não somente dando missões, mas fazendo uma passagem significativa para o lado deles. A dimensão pobre, popular, será o móvel de toda ação de Afonso em toda sua multiforme atividade: missionário, moralista, espiritualidade, missões, vida de sua congregação, sua atividade episcopal, pregador, confessor, construtor etc., seu projeto penetra sua vida e faz dele um projeto vivo.

7. Os redentoristas da atualidade poderão continuar o projeto, que é urgência na Igreja de hoje. Para tanto é preciso fazer com Afonso o seu êxodo: Evangelho como única verdade, serviço aos pobres e encarnação no mundo do abandono.

PRECES - Celebrando a festividade de nosso fundador, elevemos preces pelas necessidades desta Congregação, para que, continuando seu projeto, possamos realizar na Igreja a obra que nos foi confiada.
- Por toda Igreja, para que abra espaço aos que procuram trazer uma renovação e um do Evangelho, rezemos:
- Pela intercessão de Santo Afonso, ouvi-nos, Senhor.

- Pelos jovens, esperança de um mundo novo e de um cristianismo renovado, para que se entreguem ao Evangelho e sejam homens e mulheres que abram ao mundo de hoje caminhos novos, rezemos:
- Pela Congregação Redentorista, nascida de um gesto audacioso, para que sempre volte às fontes para ir mais longe, rezemos:
- Pelos seminaristas, para que, despertando no seu generoso coração os mesmos sentimentos que levaram Afonso a se entregar a Deus e aos irmãos, deem sua resposta com decisão e fortaleza, rezemos:
- Pelos benfeitores da Congregação que compreendem e valorizam sua opção, para que recebam no seu cotidiano a força que vem do amor de Jesus Cristo, rezemos:
- Pelos leigos que colaboram em nosso ministério, para que intensifiquem a compreensão de carisma e a ele dediquem o melhor de si, rezemos:
- Pelos Padres, Irmãos, benfeitores, para que recebam o prêmio de seus trabalhos na evangelização dos abandonados, rezemos:


Oremos: A força da Palavra de Deus animou-nos a elevar nossa oração comum. Entreguemos Deus nossa esperança de sempre poder renovar nossa vida e coração no seguimento daquele que nos amou e por nós se entregou. Pela intercessão de Santo Afonso, pedimos por Jesus Cristo nosso Senhor.


INFORMATIVO DA PROVÍNCIA DE SÃO PAULO

Junho/Julho/Agosto de 2021

https://issuu.com/secretariadovocacionalredentorista/docs/inform_prov_jun-jul-ago_2021_completo


II ERESER VIRTUAL DE TIETÊ - 2021

A SEGUIR  ALGUNS MOMENTOS DO ENCONTRO


PRIMEIRA PALESTRA DO DIA: RESILIÊNCIA NA PANDEMIA


SEGUNDA PALESTRA DO DIA: AGENDA 2030

ENID ROCHA DA SILVA


IMAGEM ITINERANTE 


MOMENTOS DE CONFRATERNIZAÇÃO


DEPOIMENTO - 1


SARAU


DEPOIMENTO - 2


ENCERRAMENTO OFICIAL





Carta do Santo Padre Francisco ao Padre Michael Brehl por ocasião dos 150 anos da declaração de Santo Afonso como Doutor da Igreja. (23/03/1871-Pio IX).


Ao Revmo. Pe. Michael Brehl, CSSR, Superior Geral da Congregação do Santíssimo Redentor e Moderador Geral da Academia Afonsiana.

Há cento e cinquenta anos Pio IX, em 23 de março de 1871, proclamava Santo Afonso Maria de Ligório Doutor da Igreja.

A bula de proclamação do doutorado de Santo Afonso evidência a especificidade da sua proposta moral e espiritual, sabendo indicar "o caminho seguro no emaranhado de opiniões contratantes do rigorismo e do laxismo[1].

Cento e cinquenta anos depois deste feliz acontecimento, a mensagem de Santo Afonso Maria de Ligório, patrono dos confessores e moralistas, e modelo para toda a Igreja em saída missionária, indica ainda com vigor o caminho para aproximar as consciências ao rosto acolhedor do Pai, porque "a salvação, que Deus nos oferece, é obra da sua misericórdia" (EG 112).

A escuta da realidade

A proposta teológica afonsiana nasce da escuta e da acolhida da fragilidade dos homens e

mulheres mais abandonados espiritualmente. O Santo Doutor, formado em uma mentalidade

moral rigorista, converte-se à "benignidade" através da escuta da realidade.

A experiência missionária nas periferias existenciais do seu tempo, a busca dos afastados e a escuta das confissões, a fundação e a orientação da nascente Congregação do Santíssimo Redentor, e ainda as responsabilidades como bispo de uma Igreja particular, levaram-no a tornar-se pai e mestre de misericórdia, certo de que o "paraíso de Deus é o coração do homem"

A gradual conversão rumo a uma pastoral decisivamente missionária, capaz de proximidade com o povo, de saber acompanhar-lhe o passo, de compartilhar a vida concretamente também no meio aos grandes limites e desafios, moveu Afonso a rever, não sem fadiga, também a abordagem teológica e jurídica recebida nos anos de sua formação: inicialmente marcada por um certo rigorismo, transformou-se posteriormente num enfoque misericordioso, dinamismo evangelizador capaz de agir por atração.

Nas disputas teológicas, preferindo a razão à autoridade, não se detém à formulação teórica dos princípios, mas se deixa interpelar da própria vida. Advogado dos últimos, dos fracos e dos descartados da sociedade de seu tempo, defendo o "direito" de todos, especialmente dos mais abandonados e pobres. Esse caminho o conduziu à escolha decisiva de colocar-se a serviço das consciência que buscam, mesmo entre mil dificuldades, o bem a fazer, porque fiéis ao chamado de Deus à santidade.

Santo Alfonso, portanto, "não é nem laxista nem rigorista. Ele é um realista no verdadeiro sentido cristão", porque compreendeu bem que "no próprio coração do Evangelho, aparece a vida comunitária e o compromisso com os outros" (EG 177).

O anúncio do Evangelho, numa sociedade que muda rapidamente, requer a coragem da escuta da realidade, para "educar as consciências a pensar de maneira diferente, na descontinuidade com o passado" [3].

Toda ação pastoral tem sua raiz no encontro salvífico com o Deus da vida, nasce da escuta da vida e se nutre de uma reflexão teológica que sabe se encarregar das perguntas das pessoas para indicar caminhos viáveis. Seguindo o exemplo de Afonso, convido os teólogos moralistas, os missionários e os confessores a entrar numa relação viva com os membros do povo de Deus, e a olhar a existência a partir do seu próprio ângulo, para compreender as dificuldades reais que encontram e ajudar a curar as feridas, porque só a verdadeira fraternidade "que sabe ver a grandeza sagrada do próximo, que sabe descobrir Deus em cada ser humano, que sabe tolerar as moléstias da convivência agarrando-se ao amor de Deus, que sabe abrir o coração ao amor divino para procurar a felicidade dos outros como a procura o seu Pai bom" (EG, n. 92).

Fiel ao Evangelho, o ensinamento moral cristão chamado a proclamar, aprofundar e ensinar seja sempre uma resposta "a Deus que nos ama e salva, reconhecendo-o nos outros e saindo de nós mesmos para procurar o bem de todos" (EG, n. 39). A teologia moral não pode refletir apenas sobre a formulação de princípios, normas, mas deve ser proativamente responsável pela realidade que vai além de qualquer ideia (cf. EG, ponto 231). Esta é uma prioridade (cf. EG, não. 34-39) porque o mero conhecimento dos princípios teóricos, como nos lembra o próprio Santo Afonso, não é suficiente para acompanhar e sustentar as consciências no discernimento do bem a ser cumprido. É necessário que o conhecimento se torne prático mediante a escuta e o acolhimento dos últimos, dos fracos e daqueles que são considerados descartáveis da sociedade.

Consciências maduras para uma Igreja adulta

Seguindo o exemplo de Santo Afonso Maria de Ligório, renovador da teologia moral [4], é

desejável e, portanto, necessário apoiar, acompanhar e sustentar os mais destituídos de ajuda espiritual no caminho da redenção. A radicalidade evangélica não deve se opor à fraqueza do homem. É sempre necessário encontrar o caminho que não afasta, mas que aproxima os coração a Deus, assim como fez Afonso com seu ensinamento espiritual e moral. Tudo isso porque "a imensa maioria dos pobres possui uma especial abertura à fé; tem necessidade de Deus e não podemos deixar de lhe oferecer a sua amizade, a sua bênção, a sua Palavra, a celebração dos Sacramentos e a proposta dum caminho de crescimento e amadurecimento na fé. A opção preferencial pelos pobres deve traduzir-se, principalmente, numa solicitude religiosa privilegiada e prioritária" (EG 200).

Como Santo Afonso, somos chamados a ir ao encontro do povo como uma comunidade apostólica que segue o Redentor entre os abandonados. Esse ir ao encontro daqueles sem assistência espiritual ajuda a superar a ética individualista e a promover uma maturidade moral capaz de escolher o verdadeiro bem. Ao formar consciências responsáveis e misericordiosas, teremos uma Igreja adulta capaz de responder construtivamente às fragilidades sociais, tendo em vista o reino dos céus.

Ir ao encontro dos mais fracos permite combater o jogo da competitividade e da lei do mais forte que considera o ser humano, em si mesmo, como um bem de consumo que se pode usar e depois lançar fora dando início à cultura do 'descartável' (cf. EG, n. 53).

Nos últimos tempos, os desafios que a sociedade enfrenta são incontáveis: a pandemia e o

trabalho no mundo pós-Covid, o cuidado a ser prestado a todos, a defesa da vida, os inputs que nos vêm da inteligência artificial, a salvaguarda da criação, a ameaça antidemocrática e a urgência da fraternidade. Ai de nós se em tal compromisso evangelizador separássemos o "grito dos pobres" [5] do "grito da terra" [6].

Afonso de Ligório, mestre e patrono dos confessores e dos moralistas, ofereceu respostas

construtivas aos desafios da sociedade de seu tempo, através da evangelização popular,

indicando um estilo de teologia moral capaz de manter juntas a exigência do Evangelho e as

fraquezas humanas.

Convido-vos, seguindo o exemplo do Santo Doutor, a enfrentar seriamente no âmbito da teologia moral "grito de Deus, perguntando a todos nós: 'Onde está o teu irmão?' (Gn 4, 9). Onde está o teu irmão escravo? Onde está o irmão que estás matando cada dia na pequena fábrica clandestina, na rede da prostituição, nas crianças usadas para a mendicidade, naquele que tem de trabalhar às escondidas porque não foi regularizado?" (EG, n. 211).

Diante de mudança de época como a atual, há um risco real de absolutizar os direitos dos fortes, esquecendo os mais necessitados.

A formação de consciências para o bem parece um objetivo indispensável para cada cristão. Dar espaço às consciências - o lugar onde a voz de Deus ressoa - para que possam continuar seu discernimento pessoal na concretude da vida (cf. AL 37) é uma tarefa formativa à qual devemos permanecer fiéis. A atitude do Samaritano (Lc 10,33-35), como indiquei na Fratelli Tutti , anima-nos nessa direção.

A teologia moral não dever ter medo de acolher o grito dos últimos da terra e de fazê-lo seu. A dignidade dos fracos é um dever moral que não se pode evitar ou delegar. É necessário testemunhar que direito diz sempre solidariedade.

Convido-vos, assim como fez Santo Afonso, a ir ao encontro dos irmãos e irmãs frágeis da nossa sociedade. Isso compreende o desenvolvimento de uma reflexão teológica moral e uma ação pastoral capaz de se comprometer com o bem comum que tem sua raiz no anúncio do kerygma , que tem uma palavra decisiva em defesa da vida, para a criação e a fraternidade.

Neste aniversário especial, encorajo a Congregação do Santíssimo Redentor e a Pontifícia

Academia Afonsiana, como sua expressão e centro de alta formação teológica e apostólica, a colocar-se em diálogo construtivo com todas as instâncias provenientes de cada cultura, a fim de buscar respostas apostólicas, morais e espirituais em favor da fragilidade humana, sabendo que o diálogo é marturya .

Santo Afonso Maria de Ligório e a Virgem Maria do Perpétuo Socorro vos sejam sempre companheiros de viagem.

Roma, São João de Latrão, 23 de março de 2021.

FRANCISCO

[Texto original: em italiano]

________________________

[1] Pio IX, Acta Sancta Sedis , vol. VI, Typis Polyglottae Officinae S. C. De Propaganda Fidei, Romae

1871, 318.

[2] A. de' Liguori, «Modo di conversare alla familiare con Dio» in Opere ascetiche vol. I, CSSR,

Roma 1933, 316.

[3] Ibid ., 221.

[4] Cf. Giovanni Paolo II, «Spiritus Domini», in Enchiridium Vaticanum, vol. 10, Ed. Dehoniane,

Bologna 1989, p. 1420. [cf. AAS79 (1987) pp. 1367-1368].

[5] Cf. Laudato si' , n. 49.

[6] Papa Francesco, «Progettare passi coraggiosi per meglio rispondere alle attese del popolo di

Dio. Discorso di sua santità Papa Francesco» in Studia Moralia , 57/1 (2019) 13-16.

[7] Querida Amazonia , n. 36.



Abaixo a Mensagem do Padre Geral na Conclusão do Ano São Clemente

Clique abaixo para abrir o PDF


OS MELHORES MOMENTOS DA COMEMORAÇÃO DO JUBILEU DA PRESENÇA DOS REDENTORISTAS EM APARECIDA.

Não Deixe de assistir acessando: https://www.youtube.com/watch?v=WI6UlmB7Fmg


Novena prepara Redentoristas para os 288 anos de fundação da congregação


No dia 09 de novembro de 2020, a Congregação do Santíssimo Redentor vai celebrar os seus 288 anos de fundação. É uma data importante no calendário anual que une todos os religiosos ao redor do mundo.

Neste ano, um evento promovido pela Comissão de Leigos da Conferência Latino-Americana e do Caribe propõe rezar uma novena. O objetivo é crescer como família redentorista, fortalecendo os laços de fraternidade entre os religiosos, para testemunhar ao mundo a riqueza dessa missão compartilhada.

A novena começa no sábado, 31 de outubro, com a celebração da Eucaristia transmitida através da plataforma digital Facebook (Misión Compartida CSsR); com encerramento no dia da fundação, 9 de novembro, com uma missa solene que cada unidade celebrará respectivamente. A iniciativa foi pensada de forma que as diferentes Unidades (Províncias e Vice-Províncias) estejam representadas.


HISTÓRIA DA CONGREGAÇÃO REDENTORISTA


A Congregação do Santíssimo Redentor está presente atualmente em quase 80 países.
Hoje é formada por quase 6.000 membros. Um verdadeiro exército de missionários que sonha em modificar o mundo, seguindo os passos de seu fundador, Santo Afonso Maria de Ligório!

Conheça os principais eventos dessa história: 

Acesse o link: https://www.a12.com/redentoristas/noticias/historia-da-congregacao-redentorista


CATEQUESE COM SANTO AFONSO

JUSTIÇA SOCIAL

Justiça Social - Acesse: https://www.youtube.com/watch?time_continue=21&v=Gg7E_a015z0&feature=emb_logo 

Diálogo = Acesse: https://www.youtube.com/watch?v=tsS5roPUOhY

Como viver em comunidade - Acesse: https://www.youtube.com/watch?v=PZMXyrfH3E8

Escuta e Conversão - Acesse: https://www.youtube.com/watch?v=6X0g8N42ERM



Redentoristas - Províncias do Rio, Bahia e São Paulo unidas até 2022

https://youtu.be/XHgLyBURII4

MENSAJE DEL SANTO PADRE FRANCISCO
PARA LA JORNADA MUNDIAL DE LAS MISIONES 2019

Bautizados y enviados:
la Iglesia de Cristo en misión en el mundo


Queridos hermanos y hermanas:

He pedido a toda la Iglesia que durante el mes de octubre de 2019 se viva un tiempo misionero extraordinario, para conmemorar el centenario de la promulgación de la Carta apostólica Maximum illud del Papa Benedicto XV (30 noviembre 1919). La visión profética de su propuesta apostólica me ha confirmado que hoy sigue siendo importante renovar el compromiso misionero de la Iglesia, impulsar evangélicamente su misión de anunciar y llevar al mundo la salvación de Jesucristo, muerto y resucitado.

El título del presente mensaje es igual al tema del Octubre misionero: Bautizados y enviados: la Iglesia de Cristo en misión en el mundo. La celebración de este mes nos ayudará en primer lugar a volver a encontrar el sentido misionero de nuestra adhesión de fe a Jesucristo, fe que hemos recibido gratuitamente como un don en el bautismo. Nuestra pertenencia filial a Dios no es un acto individual sino eclesial: la comunión con Dios, Padre, Hijo y Espíritu Santo, es fuente de una vida nueva junto a tantos otros hermanos y hermanas. Y esta vida divina no es un producto para vender -nosotros no hacemos proselitismo- sino una riqueza para dar, para comunicar, para anunciar; este es el sentido de la misión. Gratuitamente hemos recibido este don y gratuitamente lo compartimos (cf. Mt 10,8), sin excluir a nadie. Dios quiere que todos los hombres se salven y lleguen al conocimiento de la verdad, y a la experiencia de su misericordia, por medio de la Iglesia, sacramento universal de salvación (cf. 1 Tm 2,4; 3,15; Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 48).

La Iglesia está en misión en el mundo: la fe en Jesucristo nos da la dimensión justa de todas las cosas haciéndonos ver el mundo con los ojos y el corazón de Dios; la esperanza nos abre a los horizontes eternos de la vida divina de la que participamos verdaderamente; la caridad, que pregustamos en los sacramentos y en el amor fraterno, nos conduce hasta los confines de la tierra (cf. Mi 5,3; Mt 28,19; Hch 1,8; Rm 10,18). Una Iglesia en salida hasta los últimos confines exige una conversión misionera constante y permanente. Cuántos santos, cuántas mujeres y hombres de fe nos dan testimonio, nos muestran que es posible y realizable esta apertura ilimitada, esta salida misericordiosa, como impulso urgente del amor y como fruto de su intrínseca lógica de don, de sacrificio y de gratuidad (cf. 2 Co 5,14-21). Porque ha de ser hombre de Dios quien a Dios tiene que predicar (cf. Carta apost. Maximum illud).

Es un mandato que nos toca de cerca: yo soy siempre una misión; tú eres siempre una misión; todo bautizado y bautizada es una misión. Quien ama se pone en movimiento, sale de sí mismo, es atraído y atrae, se da al otro y teje relaciones que generan vida. Para el amor de Dios nadie es inútil e insignificante. Cada uno de nosotros es una misión en el mundo porque es fruto del amor de Dios. Aun cuando mi padre y mi madre hubieran traicionado el amor con la mentira, el odio y la infidelidad, Dios nunca renuncia al don de la vida, sino que destina a todos sus hijos, desde siempre, a su vida divina y eterna (cf. Ef 1,3-6).

Esta vida se nos comunica en el bautismo, que nos da la fe en Jesucristo vencedor del pecado y de la muerte, nos regenera a imagen y semejanza de Dios y nos introduce en el cuerpo de Cristo que es la Iglesia. En este sentido, el bautismo es realmente necesario para la salvación porque nos garantiza que somos hijos e hijas en la casa del Padre, siempre y en todas partes, nunca huérfanos, extranjeros o esclavos. Lo que en el cristiano es realidad sacramental -cuyo cumplimiento es la eucaristía-, permanece como vocación y destino para todo hombre y mujer que espera la conversión y la salvación. De hecho, el bautismo es cumplimiento de la promesa del don divino que hace al ser humano hijo en el Hijo. Somos hijos de nuestros padres naturales, pero en el bautismo se nos da la paternidad originaria y la maternidad verdadera: no puede tener a Dios como padre quien no tiene a la Iglesia como madre (cf. San Cipriano, La unidad de la Iglesia católica, 4).

Así, nuestra misión radica en la paternidad de Dios y en la maternidad de la Iglesia, porque el envío manifestado por Jesús en el mandato pascual es inherente al bautismo: como el Padre me ha enviado así también os envío yo, llenos del Espíritu Santo para la reconciliación del mundo (cf. Jn 20,19-23; Mt 28,16-20). Este envío compete al cristiano, para que a nadie le falte el anuncio de su vocación a hijo adoptivo, la certeza de su dignidad personal y del valor intrínseco de toda vida humana desde su concepción hasta la muerte natural. El secularismo creciente, cuando se hace rechazo positivo y cultural de la activa paternidad de Dios en nuestra historia, impide toda auténtica fraternidad universal, que se expresa en el respeto recíproco de la vida de cada uno. Sin el Dios de Jesucristo, toda diferencia se reduce a una amenaza infernal haciendo imposible cualquier acogida fraterna y la unidad fecunda del género humano.

El destino universal de la salvación ofrecida por Dios en Jesucristo condujo a Benedicto XV a exigir la superación de toda clausura nacionalista y etnocéntrica, de toda mezcla del anuncio del Evangelio con las potencias coloniales, con sus intereses económicos y militares. En su Carta apostólica Maximum illud, el Papa recordaba que la universalidad divina de la misión de la Iglesia exige la salida de una pertenencia exclusiva a la propia patria y a la propia etnia. La apertura de la cultura y de la comunidad a la novedad salvífica de Jesucristo requiere la superación de toda introversión étnica y eclesial impropia. También hoy la Iglesia sigue necesitando hombres y mujeres que, en virtud de su bautismo, respondan generosamente a la llamada a salir de su propia casa, su propia familia, su propia patria, su propia lengua, su propia Iglesia local. Ellos son enviados a las gentes en el mundo que aún no está transfigurado por los sacramentos de Jesucristo y de su santa Iglesia. Anunciando la Palabra de Dios, testimoniando el Evangelio y celebrando la vida del Espíritu llaman a la conversión, bautizan y ofrecen la salvación cristiana en el respeto de la libertad personal de cada uno, en diálogo con las culturas y las religiones de los pueblos donde son enviados. La missio ad gentes, siempre necesaria en la Iglesia, contribuye así de manera fundamental al proceso de conversión permanente de todos los cristianos. La fe en la pascua de Jesús, el envío eclesial bautismal, la salida geográfica y cultural de sí y del propio hogar, la necesidad de salvación del pecado y la liberación del mal personal y social exigen que la misión llegue hasta los últimos rincones de la tierra.

La coincidencia providencial con la celebración del Sínodo especial de los obispos para la región Panamazónica me lleva a destacar que la misión confiada por Jesús, con el don de su espíritu, sigue siendo actual y necesaria también para los habitantes de esas tierras. Un Pentecostés renovado abre las puertas de la Iglesia para que ninguna cultura permanezca cerrada en sí misma y ningún pueblo se quede aislado, sino que se abran a la comunión universal de la fe. Que nadie se quede encerrado en el propio yo, en la autorreferencialidad de la propia pertenencia étnica y religiosa. La pascua de Jesús rompe los estrechos límites de mundos, religiones y culturas, llamándolos a crecer en el respeto por la dignidad del hombre y de la mujer, hacia una conversión cada vez más plena a la verdad del Señor resucitado que nos da a todos la vida verdadera.

A este respecto, me vienen a la mente las palabras del papa Benedicto XVI al comienzo del encuentro de obispos latinoamericanos en Aparecida, Brasil, en el año 2007, palabras que deseo aquí recordar y hacer mías: «¿Qué ha significado la aceptación de la fe cristiana para los pueblos de América Latina y del Caribe? Para ellos ha significado conocer y acoger a Cristo, el Dios desconocido que sus antepasados, sin saberlo, buscaban en sus ricas tradiciones religiosas. Cristo era el Salvador que anhelaban silenciosamente. Ha significado también haber recibido, con las aguas del bautismo, la vida divina que los hizo hijos de Dios por adopción; haber recibido, además, el Espíritu Santo que ha venido a fecundar sus culturas, purificándolas y desarrollando los numerosos gérmenes y semillas que el Verbo encarnado había puesto en ellas, orientándolas así por los caminos del Evangelio. [...] El Verbo de Dios, haciéndose carne en Jesucristo, se hizo también historia y cultura. La utopía de volver a dar vida a las religiones precolombinas, separándolas de Cristo y de la Iglesia universal, no sería un progreso, sino un retroceso. En realidad sería una involución hacia un momento histórico anclado en el pasado» (Discurso en la Sesión inaugural, 13 mayo 2007).

Confiemos a María, nuestra Madre, la misión de la Iglesia. La Virgen, unida a su Hijo desde la encarnación, se puso en movimiento, participó totalmente en la misión de Jesús, misión que a los pies de la cruz se convirtió también en su propia misión: colaborar como Madre de la Iglesia que en el Espíritu y en la fe engendra nuevos hijos e hijas de Dios.

Quisiera concluir con unas breves palabras sobre las Obras Misionales Pontificias, ya propuestas como instrumento misionero en la Maximum illud. Las OMP manifiestan su servicio a la universalidad eclesial en la forma de una red global que apoya al Papa en su compromiso misionero mediante la oración, alma de la misión, y la caridad de los cristianos dispersos por el mundo entero. Sus donativos ayudan al Papa en la evangelización de las Iglesias particulares (Obra de la Propagación de la Fe), en la formación del clero local (Obra de San Pedro Apóstol), en la educación de una conciencia misionera de los niños de todo el mundo (Obra de la Infancia Misionera) y en la formación misionera de la fe de los cristianos (Pontificia Unión Misional). Renovando mi apoyo a dichas obras, deseo que el Mes Misionero Extraordinario de Octubre 2019 contribuya a la renovación de su servicio a mi ministerio misionero.

A los misioneros, a las misioneras y a todos los que en virtud del propio bautismo participan de algún modo en la misión de la Iglesia, les envío de corazón mi bendición.

Vaticano, 9 de junio de 2019, Solemnidad de Pentecostés


IX ERESER TIETÊ  - REENTURMA

Veja as fotos do encontro aqui no site:

EVENTOS / REGIONAL TIETÊ


57ª Assembleia Geral da CNBB: conheça a formação da Conferência (2019 - 2023)

Novos bispos foram definidos na 57ª Assembleia Geral e vão comandar a conferência nos próximos quatro anos.

Eleição definiu a nova presidência, os presidentes das Comissões Episcopais Pastorais
e os representantes da CNBB no CELAM (Conselho Episcopal Latino-Americano)


PRESIDENTE DA CNBB - Dom Walmor Oliveira de Azevedo - Arcebispo de Belo Horizonte (MG)

VICE-PRESIDENTE - Dom Jaime Spengler - Arcebispo de Porto Alegre (RS)

SEGUNDO VICE-PRESIDENTE - Dom Mario Antonio da Silva - Bispo de Roraima

SECRETÁRIO GERAL - Dom Joel Portella Amado - Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro (RJ)

PRESIDENTES DAS COMISSÕES EPISCOPAIS PASTORAIS

MINISTÉRIOS ORDENADOS  - João Francisco Salm - Bispo de Tubarão (SC) 

LAICATO - Dom Giovane Pereira de Melo - Bispo de Tocantinópolis (TO)

AÇÃO MISSIONÁRIA - Dom Odelir José Magri - Bispo de Chapecó (SC)

BÍBLICO CATEQUÉTICA - Dom José Antonio Peruzzo - Arcebispo de Curitiba (PR)

DOUTRINA DA FÉ - Dom Pedro Cipollini - Bispo de Santo André (SP)

LITURGIA - Dom Edmar Peron - Bispo de Paranaguá (PR)

ECUMENISMO - Dom Manoel João Francisco - Bispo de Cornélio Procópio (PR)

AÇÃO S. TRANSFORMADORA - Dom José Valdeci Santos Mendes - Bispo de Brejo (MA)

CULTURA E EDUCAÇÃO - Dom João Justino de Medeiros - Arcebispo de Montes Claros (MG)

VIDA E FAMÍLIA - Dom Ricardo Hoepers - Bispo de Rio Grande (RS)

COMUNICAÇÃO - Dom Joaquim Giovani Mol - Bispo Auxiliar de Belo Horizonte (MG)

JUVENTUDE - Dom Nelson Francelino Ferreira - Bispo de Valença (RJ) 

CELAM (CONSELHO EPISCOPAL LATINO-AMERICANO) 

DELEGADO - Cardeal Odilo Pedro Scherer - Arcebispo de São Paulo (SP)

SUPLENTE DE DELEGADO - Dom Orlando Brandes - Arcebispo de Aparecida

 Fonte A12


Dom Roque Paloschi, presidente do CIMI, fala da realidade dos povos indígenas no Brasil

08/05/2019 

O arcebispo de Porto Velho (RO), dom Roque Paloschi, apresentou na Coletiva de Imprensa desta quarta-feira, 08 de maio, um relatório sobre a situação da população indígena no Brasil. O bispo, que é presidente do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), também falou ao episcopado brasileiro, reunido em Aparecida (SP), sobre a grave realidade política e social enfrentada pelos povos originários.

"Nuvens perigosas estão pairando sobre a causa, a saúde e a vida dos povos indígenas", disse dom Roque se referindo aos clamores sobre a violação dos direitos e os frequentes ataques com requintes de crueldade às diversas formas de vivência da população indigenista. "Falar sobre a questão indígena é um grande desafio, sobretudo em um país onde não se quer respeitar a Constituição Federal. Essa realidade nos traz um grande sofrimento", disse. O bispo destacou, que, "a retirada das demarcações das terras indígenas do comando do Ministério da Justiça e tranferindo parte para o Ministério das Mulheres e Direitos Humanos e outra parte para o Ministério da Agricultura que é onde se concentra os grandes grupos econômicos que são contra os direitos constitucionais e originários dos povos indígenas".

Dom Roque também apresentou dados do CIMI, copilados em parceria com a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), onde diz que o Brasil possui 3.015 povos indígenas que falam mais 274 línguas. Os dados ainda citam que existem 104 povos em situação de isolamento voluntário. São contabilizadas 1285 terras indígenas, porém somente 401 terras estão demarcadas e 304 em processo de regularização.

Citando o Documento Base elaborado pelo Acampamento Terra Livre 2019, realizado no mês abril em Brasília (DF), o bispo relatou alguns clamores dos indigenistas. "O governo tem assumido publicamente um discurso que reitera a visão de que os povos indígenas não precisam de terras, a não ser que assumam o viés produtivista do agronegócio e disponibilizem os seus espaços de vida para o mercado. O clamor dos povos por vida e justiça vem diretamente da boca e do coração das lideranças", disse. O Acampamento Terra Livre teve o apoio do CIMI e reuniu representantes de aproximadamente 200 povos indígenas de todo o país.

Sínodo para a Amazônia - De acordo com dom Roque, neste momento extremamente crítico, a voz do Papa Francisco, através do Sínodo para a Amazônia, vem ao encontro dos indígenas em apoio à defesa de seus direitos e territórios. "O que acontece na Amazônia, é política, econômica, ecológica e pastoralmente relevante ao mundo inteiro. De fato, precisamos aprofundar o tema do Sínodo: 'Novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral'. É preciso perguntar quais são os critérios para assumir esses novos caminhos", declarou.

O arcebispo disse ainda, que, "assumir o rosto amazônico da Igreja local significa descolonizar a Igreja. O Sínodo para a Amazônia coloca, com novo rigor, os desafios da assunção da realidade sociocultural e da enculturação na pauta pastoral hoje".

Por Franklin Machado

Fonte: CNBB



Encontro reúne ex-seminaristas redentoristas em Sacramento (MG)

Cerca de 50 ex-seminaristas redentoristas se reúnem em Sacramento (MG) entre os dias 26 e 28 de abril, para o 2º Ereser Sacramento (Encontro Regional de Ex-Seminaristas Redentoristas). O encontro é motivado pela comemoração dos 60 anos da presença redentorista na cidade e pela reflexão e vivência da mística redentorista.

Originalmente o seminário já não existe mais, mas sua história permanece viva a partir dos inúmeros estudantes que um dia frequentaram a casa de formação. O seminário contou com a determinante atuação do padre Antônio Borges, falecido em 2011, responsável pela sua construção, em 1959. Ainda hoje, uma obra social redentorista guarda a sua memória e continua a missão redentorista em Sacramento

Vicente de Paula Alves, diretor social da União Nacional dos Ex-Seminaristas Redentoristas (Uneser) explica que o encontro é realizado pela segunda vez. O primeiro ocorreu no ano passado e reuniu 55 ex-seminaristas e oito padres.

"Na oportunidade, unimos ex-seminaristas, formadores e formados, mesmo que hoje sejam de outras congregações ou padres diocesanos. Esses encontros regionais têm a intenção de agregar todos daquela região ou seminário. Por exemplo, já está indo para oitavo ano do encontro de brasileiros e paraguaios que estudaram no antigo Seminário Redentorista de Ponta Grossa (PR). Neste de Sacramento, queremos fortalecer a unidade dos ex-seminaristas, aproveitando para comemorar os 60 anos daquele Seminário Santíssimo Redentor", assinala.

Participam do evento, o superior provincial padre Marlos Aurélio, o secretário provincial padre Alberto Pasquoto, e ainda os padres José Marques, Maurício Brandolise, Everson, Eugênio Bisinoto e Luiz Rogério Carrilho Cruz, além de familiares, oblatos e professores. Também deve participar do encontro o bispo da diocese de Teófilo Otoni (MG), Dom Messias dos Reis Silveira, que foi seminarista em Sacramento.

Presença dos ex-seminaristas na congregação

No Capítulo Geral de 1991, a Congregação do Santíssimo Redentor oficialmente reconheceu a importância da colaboração dos leigos na missão. Este capítulo estabeleceu a categoria "Missionário Leigo Redentorista" como um dos modos formais de associação entre a Congregação e os colaboradores leigos.

Na Província de São Paulo três grupos vivenciam a espiritualidade redentorista no laicato: a Juventude Missionária Redentorista (JUMIRE), os Leigos Redentoristas e a União Nacional dos Ex-Seminaristas Redentoristas (UNESER), cada um deles com sua especificidade e forma de atuação.

"A Congregação Redentorista nas suas constituições garante a ação dos leigos para vivenciarem os valores cristãos organizados por Santo Afonso e demais Redentoristas. Assim, os que passaram pelos seminários, mesmo que tenham deixado o sacerdócio, podem vivenciar em suas comunidades paroquiais e sociedade esses propósitos", acrescenta Vicente.

A Regional da Uneser em Sacramento integra aproximadamente 120 membros cadastrados. O encontro encerra no domingo (28), com a missa pela manhã.

***********************************************


Descubra o que está representado na Cruz Redentorista

A Cruz é um dos pilares da espiritualidade redentorista, junto com o Presépio, a Eucaristia e Maria. Essas representações da missão e da vocação da Congregação Redentorista ganham destaque em alguns símbolos, como no escudo ou brasão redentorista, na cruz redentorista, no hábito redentorista, entre outros.

Entre esses símbolos vamos destacar a Cruz Redentorista que é utilizada em várias ocasiões. Veja a seguir.

A Cruz na história


A Cruz na história

A cruz é um emblema utilizado em muitas culturas e religiões, mas seu significado ganhou novo sentido a partir da crucificação de Jesus.

No Cristianismo existem diversas cruzes, como a cruz ancorada, latina, grega, de São Pedro, pontifícia, batismal, tau, de Jerusalém, de Malta, de São Jorge, de Santo André, entre outras. Todas dignificam Jesus Cristo e sua morte e assinalam, em muitas vezes, uma relação histórica, como por exemplo, a cruz de São Pedro, que é invertida, porque o apóstolo pediu para que fosse crucificado de cabeça para baixo, por não se sentir digno de morrer como seu Mestre.

:: Dez características do Missionário Redentorista

Para os Redentoristas, a cruz representa a Redenção. Santo Afonso, fundador da congregação, tinha a sua devoção nos Mistérios da Paixão e Morte (Cruz), no Mistério da Encarnação (Presépio), no Mistério da presença de Jesus na Eucaristia e em Maria, a Mãe de Jesus.

O primeiro símbolo entre os redentoristas foi o escudo (ou brasão), que foi criado pelo irmão Vito Curzio, em 1738, seis anos depois da fundação da Congregação do Santíssimo Redentor. A Cruz Redentorista segue a simbologia deste escudo.

Padre Lucas Emanuel, promotor vocacional, explica o que contém a Cruz Redentorista:

"Nela não temos Cristo preso na cruz, porque ela é a Cruz da Redenção. Além da cruz, temos os instrumentos da Paixão, a lança, a esponja, os cravos, e ainda a representação do Monte Calvário, presentes no brasão redentorista. A pomba acima da cruz simboliza o Espírito Santo. No verso, temos a imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, devoção que acompanha a congregação desde que o Papa Pio IX a entregou aos redentoristas e pediu que a tornasse conhecida em todo o mundo".

Faces da Cruz Redentorista. De um lado, a imagem de Nossa Senhora e do outro, os símbolos da Redenção.


A Cruz Redentorista é utilizada pelos padres, irmãos, seminaristas e fiéis associados à missão, entre eles, os Oblatos, os Leigos Redentoristas, a Juventude Missionária Redentorista, e até por quem se identifica com o carisma.

Os seminaristas a recebem logo que iniciam a caminhada de formação na congregação, e os leigos em diversas ocasiões, como por exemplo, em um envio missionário ou ao assumir um compromisso com a congregação.

Os Missionários Redentoristas ainda têm um lema que os identifica: "Copiosa Apud Eum Redemptio", que significa "Com Ele há Copiosa Redenção". Dessa forma, os filhos de Santo Afonso são conhecidos como anunciadores da Copiosa Redenção que brotou do coração traspassado pela lança na cruz.

Fonte: A12

**************************************************************


Papa Francisco reconhece virtudes heroicas do menino Nelsinho Santana

Nascido em Ibitinga, ele morreu em Araraquara em 1964 após ficar meses internado na Santa Casa.

O Papa Francisco reconheceu as virtudes heroicas do servo de Deus, Nelson Santana, conhecido como Nelsinho. Nascido em Ibitinga (SP), que faz parte da Diocese de São Carlos, o menino de 9 anos morreu em Araraquara em 1964 após ficar meses internado na Santa Casa.

A aprovação do decreto pelo Papa Francisco ocorreu no sábado (6), mas a decisão foi publicada manhã desta segunda-feira (8). O próximo passo do Vaticano é o reconhecimento dos milagres para o processo de beatificação. O Vaticano também reconheceu um dos milagres do sacerdote brasileiro Donizetti Tavares de Lima. Fiéis de Tambaú comemoraram.

Segundo a Diocese de São Carlos, um dos supostos milagres atribuídos a Nelsinho foi enviado ao Vaticano em 2012. No ano de 2007, o pequeno Vitor da Silva Leitão, de 1ano, sofria de uma doença chamada macrocefalia e foi curado em Brasília (DF). A família do garoto relatou que recebeu uma cópia da certidão de óbito de Nelsinho e que pediu por sua intercessão.

Trajetória

Nelsinho nasceu em 31 de julho de 1955 e tinha câncer no braço. Entre os sete e oito anos, ele sofreu uma queda que provocou um ferimento no ombro esquerdo e, devido às complicações, precisou ser amputado.

Até os 9 anos, Nelsinho morou na Santa Casa de Araraquara onde fez sua primeira comunhão. Ele anunciou previamente sua morte e morreu no hospital em 24 de dezembro de 1964.

O corpo foi sepultado em Araraquara no dia de Natal como indigente, pois a família não tinha recursos para bancar o funeral. Posteriormente a família recebeu a doação de uma sepultura no Cemitério São Bento.

O lugar onde Nelsinho foi sepultado com o passar do tempo tornou-se muito visitado pelas graças alcançadas que foram atribuídas a ele. Segundo o cemitério, o local ainda recebe visitas.

Em 24 de outubro de 2011, o corpo de Nelsinho foi exumado e os restos mortais foram colocados em duas caixas e transferidos para a Paróquia Senhor Bom Jesus, em Ibitinga. O corpo dele foi preparado para ser colocado na cripta construída dentro da Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus.



Via Sacra de Santo Afonso de Ligório

Ato de Contrição 

Meu amorosíssimo Jesus, prostrado humildemente aos vossos pés santíssimos, peço-vos, com todo o coração, perdão dos meus pecados os quais eu choro e detesto, especialmente por serem uma ofensa à vossa infinita bondade. Proponho-me querer antes morrer que vos ofender; ao invés, declaro querer vos amar sobre todas as coisas até a morte. Em compensação por tantos débitos por mim contraídos com a vossa divina justiça, ofereço-vos este breve exercício da Via Crucis em união com aquela viagem dolorosa que Vós fizestes ao Calvário por mim, indigníssimo pecador. Aceitai, ó Senhor, esta pequena oferta e dai-me a graça de ganhar todas as santas indulgências concedidas pelos vossos vigários, os Sumos Pontífices, segundo a intenção dos quais ora pretendo rezar, também para sufragar com elas as pobres almas do purgatório, depois de lhes ter aplicado uma indulgência plenária, aplico-a também por mim.

Nós te adoramos, ó Cristo, e te bendizemos
Porque com a tua santa Cruz redimiste o mundo


I ESTAÇÃO - JESUS É CONDENADO À MORTE

Acomçanhe pelo link: https://www.a12.com/redentoristas/via-sacra-de-santo-afonso-de-ligorio



Reunión del Gobierno General con los coordinadores de las conferencias en Roma.

March 22, 2019075


(Roma) - Cada año, el Gobierno General se reune con los cinco Coordinadores de las Conferencias de los Redentoristas en una sesión prolongada para evaluar la situación de las conferencias y planificar los próximos pasos. Este año, la reunión tuvo lugar desde el lunes 18 de marzo al viernes 22 de marzo en Sant 'Alfonso, Roma. La reunión fue dirigida por el Superior General p. Michael Brehl. Estuvieron presentes todos los miembros del Gobierno General y los coordinadores de las conferencias: p. Jack Kingsbury (América del Norte), p. Marcelo Araujo (América Latina y el Caribe), p. Zéphirin Luyila (África y Madagascar), p. Ben Ma (Asia-Oceanía) y el p. Johannes Römelt (Europa).

El tema principal de la semana fue la evaluación del proceso de reestructuración que vive la Congregación: el trabajo sobre el Plan Apostólico y de Reestructuración de las Conferencias y sobre otras decisiones del Capítulo General. El grupo discutió las preguntas planteadas durante el proceso; la formación de los Superiores Mayores de las lenguas latinas (la semana anterior) y la lengua inglesa (la semana siguiente) proporcionaron aún más material para discutir y trabajar. Se prestó especial atención a la preparación de las Reuniones de Mediados del Sexenio que se llevarán a cabo en las cinco Conferencias durante 2019. Toda la reunión, sesiones de trabajo, oración y comidas, tuvo lugar en un ambiente muy constructivo y fraternal. Las celebraciones de la fiesta de san José y, al mismo tiempo, el jubileo de la profesión del hermano Plácido de la Curia general fueron eventos fraternales especiales.

Johannes Römelt, CSsR.

Fonte: Scala News 22/3/19


Sete jovens são acolhidos para a etapa do pré-noviciado

O Santuário São Geraldo Magela, em Sorocaba (SP), acolheu a missa de abertura do Pré-Noviciado. A celebração eucarística foi realizada na sexta-feira (15), dia em que os Redentoristas se recordam com carinho de São Clemente Maria Hofbauer, grande responsável pela expansão da Congregação do Santíssimo Redentor pelo mundo. Sete formandos estão na etapa que antecede ao noviciado neste ano de 2019: Alane Andrade, Clayton Peixoto, Leandro de Cássio Eduardo, Rafael Peres, Rafael Coan, Thaylor Bertoli e Thiago Pereira.


:: Entenda o que é ser noviço ...leia mais: https://www.a12.com/redentoristas/vocacional/noticias/sete-jovens-sao-acolhidos-para-a-etapa-do-pre-noviciado?no-cache=1&fbclid=IwAR1fqEy03Kop1qZBcpvDinCALzg-8WZ7dOY82NDklC54Fa8ygGh8kzs3bMYhttps://www.a12.com/redentoristas/vocacional/noticias/sete-jovens-sao-acolhidos-para-a-etapa-do-pre-noviciado?no-cache=1&fbclid=IwAR1fqEy03Kop1qZBcpvDinCALzg-8WZ7dOY82NDklC54Fa8ygGh8kzs3bMY</p>


Reunión de Formación Misionera para Seminaristas (FORMISE) de la Provincia Eclesiástica de Pouso Alegre 

(Guaxupé, Brasil) - Entre el 8 y el 10 de marzo, tuvo lugar en la ciudad de Guaxupé (MG) la 2ª Reunión de Formación Misionera para Seminaristas (FORMISE) de la Provincia Eclesiástica de Pouso Alegre, formada por las diócesis del sur del estado de Minas Gerais Pouso Alegre, Campagna y Guaxupé.

La reunión, dirigida y asistida por el Padre Antonio Niemiec CSsR, abordó el tema elegido por el Papa Francisco para el mes misionero extraordinario, que se celebrará el próximo octubre: "Bautizados y enviados: La Iglesia de Cristo en misión en el mundo". La formación contó con la participación de todos los seminaristas de la provincia, entre los propedéuticos y los seminaristas de las fases de la filosofía y la teología. Los rectores y formadores de todas las fases estuvieron presentes en la reunión, además de los obispos de cada diócesis.

Padre Antonio Niemiec CSsR

Dom Magallanes, arzobispo Pouso Alegre, inauguró la reunión con una misa celebrada en la Catedral de Guaxupé, destacando la necesidad de la eclesialidad de la misión, llamando la atención sobre la unidad en la diócesis y la provincia y el cuidado de las vocaciones hacia el sacerdocio que creen que la misión se hace sola. El obispo Lanza, obispo de Guaxupe, estuvo presente durante la reunión. En la misa celebrada el sábado, destacó la cuestión de la formación misionera de los seminaristas y la necesidad de abrir a los estudiantes a esta realidad que no puede ser un apéndice de formación, sino la comprensión de la dimensión esencial de la misión.

Durante la reunión, Don Antonio presentó las propuestas para la realización del Mes Misionero extraordinario y el Documento Maximum illud del Papa Benedicto XV y la influencia de este documento en el magisterio de la Iglesia antes y después del Concilio Vaticano II.

Un momento especial de FORMISE Guaxupé fue la noche cultural en la que los seminaristas y formadores pudieron ver un musical presentado en el Teatro Municipal de Guaxupé. El musical titulado "Peregrinación: el lamento de los imperfectos" presentó una versión para el encuentro de la imagen de la Madonna Aparecida, centrada en la formación del pueblo brasileño sometido por la colonización y explotación de poblaciones indígenas y negras.

El segundo FORMISE concluyó con la misa de Don Pedro Cunha, obispo de Campanha, quien destacó la importancia de la oración y el espíritu de comunión con Dios para que la misión se dé como una obra de la gracia de Dios en lugar de un servicio de auto-promoción.

Con la expectativa de la próxima reunión que se celebrará en 2021 en la diócesis de Campanha, 107 seminaristas presentes en el 2º FORMISE pudieron alimentar un curso de formación misionera constante, para proporcionar sacerdotes misioneros a la Iglesia del Sur de Minas Gerais, bautizados y enviados, para anunciar a la persona de Jesucristo y su obra de amor.

(Pom.org.br)

Fonte: Boletim Scala 


Atitudes que inspiram

Bom Dia! A sexta-feira chega de mansinho... o cansaço pega carona com a semana que finda... A paz inunda a alma de serenidade e o amor não deixa a memória se acomodar... Vamos lá porque esse dia promete! "Legal mesmo são as pessoas que não prometem nada. Simplesmente vão e fazem." A construção de um estilo próprio de vida depende muito das buscas e dos sonhos. Assim como um artista vai definindo traços e acrescentando cores, a vida, por estar sob a própria responsabilidade de cada um, aguarda por encaminhamentos e decisões. A grande maioria faz com que a existência seja leve e serena. Outros, mais acentuados e radicais, acabam enfrentando percalços oriundos da incapacidade de achar soluções, ao invés de multiplicar problemas. A vida é feita de oscilações, sim, mas os desfechos dependem do modo como cada qual olha o mundo e desenha o amanhã. As pessoas que não multiplicam palavras sem um conteúdo equivalente, são capazes de verdadeiras transformações. É maravilhoso observar aqueles que, silenciosamente, vão e fazem, sem provocar ruídos estrondosos. Arregaçar as mangas não é apenas uma expressão corriqueira, mas uma atitude que encanta, amplia horizontes e provoca um profundo sentimento de realização. Em tempos de muitos meios e excesso de palavras, que as pessoas sejam dinâmicas, proativas e determinadas. Os dias seguem o curso normal, mas há uma velocidade na tomada de decisões. O segredo é ser ágil, sem perder a paz interior. Nem tudo dá certo, mas ao menos houve tentativas. Os erros, quando analisados objetivamente, podem conter ensinamentos incríveis. É evidente que tais posturas dependem da humildade, caso contrário a decepção alcança grandes proporções. É um privilégio estar ao lado de pessoas que cultivam a mansidão e prestam atenção no uso das palavras. A tonalidade da voz deveria transbordar aquela paz, que reside nas profundezas do ser. As verdadeiras promessas não são feitas de palavras, mas de atitudes que falam por si mesmas. Viver é sempre muito bom. Bênção! Paz & Bem! Santa Alegria! Abraço!      


Frei Jaime Bettega 

Foto de Roni Rigon                              

NR- Frei Capuchinho Jaime João Bettega nasceu no dia 19 de maio de 1960, natural de Caxias do Sul . Pároco da Paróquia Imaculada Conceição de Caxias do Sul, Frei Jaime tem formação em Filosofia, Teologia, Administração de Empresas, Pós Graduação em Gestão de Pessoas e Mestrado em Administração, com enfoque na Espiritualidade nas Organizações. Professor de Ética Organizacional do curso de Administração de Empresas da UCS. Frei Jaime Bettega também faz parte da Coordenação da Legião Franciscana de Assistência aos Necessitados (Lefan) e é o fundador do Projeto Mão Amiga, que auxilia crianças carentes.



CAMPANHA UNESER

NÃO ESQUEÇA DE DEPOSITAR SUA CONTRIBUIÇÃO


CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
AGÊNCIA 4158
CONTA CORRENTE 0001792-8
OPERAÇÃO 003 - (Pessoa Jurídica)
CNPJ 20.773.657/0001-07

Situação numérica da Igreja Católico-romana e o Papa Francisco: F.Altmeyer

03/02/2019

O Prof. brilhante e culto teólogo da PUC de São Paulo Fernando Algmeyer é um apaixonado por números exatos de santos e santas, de eventos eclesiais e ecumênicos. Agora nos apresenta algo que muitos,mesmo sacerdotes, religiosos e religiosas e até teólogos/as desconhecem. Como vai a Igreja Católica-romana em termos de números? Qual foi a imensa obra do Papa Francisco nestes seus 6 anos de pontificado? Sobresai o imenso trabalho que esta Igreja com seus mais de um bilhão de católicos faz: no acompanhamento dos pobres, no ensino em todos os níveis e nas inúmeras universidades, nos hospitais e asilos para idosos e na proteção de desvalidos. Não obstante seus defeitos da humana condição e também da infidelidade de alguns aos valores evangélicos como são os casos dos escândalos financeiros e dos pedófilos, ela representa uma torrente de bondade e de amor humanitário, herança sagrada de Jesus de Nazaré e de tantos santos e santas como São Francisco de Assis, São João Bosco, Santa Clara de Assis, Santa Teresa d'Avila e e da Santa Madre Teresa de Calcutá entre outros tantos e tantas. Os dados arrolados são impressionanes. É bom que membros desta Igreja, de outras e mesmo de cidadãos da sociedade saibam da real situação da Igreja e o que ela repreenta no mundo, não só no Ocidente, mas na humanidade inteira. Agradecemos ao teólogo Altemeyer por este penoso e ilustrativo trabalho. Lboff

Sexênio do papa Francisco - números atualizados pelo Prof. Dr. Fernando Altemeyer Junior - Departamento de Ciência da Religião da PUC-SP - atualizado: 03/02/2019


Acesse o link a seguir e leia a matéria por completo:  https://leonardoboff.wordpress.com/2019/02/03/situacao-numerica-da-igreja-catolico-romana-e-o-papa-francisco-f-altmeyer/?fbclid=IwAR0MbBiKlzdxAJHPnb0N0ryCdN06zKOEngfqKDRy5KyLfzj99aICH1z59aE

NOTA DE FALECIMENTO

Com bastante tristeza comunicamos o falecimento no dia de hoje, 31 de janeiro de 2019, de ANA FRABETTI VIEIRA, mãe do nosso Diretor Espiritual, Padre Antônio Dezidério, Toninho

A Uneser se une em orações pela sua alma e pelo conforto de todos familiares

Nossos Sentimentos, Tiri !!!

Seu falecimento coincide com o dia em que Padre Toninho completa 37 anos de vida religiosa (1982)





Missionários comemoram jubileu de Vida Consagrada em Aparecida

No dia 02 de fevereiro, a Igreja celebra a Festa da Apresentação do Senhor e o Dia Mundial da Vida Consagrada. Ao celebrar a vida consagrada, a Igreja recorda o testemunho de homens e mulheres que dedicam suas vidas a Deus e ao anúncio do Evangelho. 

Entre os Missionários Redentoristasé dia de festa pela lembrança daquele dia em que muitos deles fizeram a sua primeira profissão dos votos religiosos.

No Santuário Nacional, já é tradição que na proximidade desta data seja celebrada uma missa com os Missionários Redentoristas Jubilares de Profissão Religiosa. Neste ano, a celebração ocorre nopróximo domingo (03), na missa das 18h.

Em 2019, são 11 religiosos jubilares. Entre eles, o bispo emérito de Coari, Dom Joércio Pereira que completa 40 anos de sua profissão e padre Rudolf Jacobus Croon, que viveu por 8 anos no Suriname e agora retorna ao Brasil para exercer seu ministério no Santuário Nacional; o religioso celebra 55 anos de vida consagrada. O missionário mais "experiente" deste ano, é o padre Antonio da Silva, mais conhecido como padre Silvinha, que atualmente reside em São Paulo e vai comemorar 65 anos de vida religiosa.

Confira a lista dos de todos os missionários jubilares:

65 anos - (1954)
Pe. Antonio Pinto da Silva

60 anos - (1959)
Pe. Alberto Pasquoto

55 anos - (1964)
Pe. José Moacyr Castilho Chagas
Pe. Rudolf Jacobus Croon
Ir. Vidal Vieira de Campos

40 anos - (1979)
Dom Joércio Gonçalves Pereira
Pe. Matteo Cirigliano
Ir. Sérgio Augusto Ribeiro Malachias

25 anos - (1994)
Pe. Ademir Gonçalves
Pe. José Gabriel Mariano
Pe. Luiz Carlos Treider

Foto de Gustavo Cabral

NOTA DE FALECIMENTO


Faleceu hoje, dia 22 de janeiro de 2019 em São José dos Campos, o colega CYRO GARCIA

À família nossos sentimentos e orações



Nomeado novo reitor para o Santuário Nacional de Aparecida


A partir deste mês de Janeiro, o Santuário Nacional de Aparecida terá novo reitor. Pe. Carlos Eduardo Catalfo, missionário redentorista, foi nomeado pela Unidade Provincial de São Paulo, e deve assumir a nova missão no dia 27 de Janeiro, com a Santa Missa presidida por Dom Orlando Brandes, arcebispo de Aparecida, transmitida pela Rede Aparecida de Comunicação.

Conhecendo o Missionário:

Padre Carlos Eduardo Catalfo nasceu no dia 5 de dezembro de 1968, em São Paulo. Ordenou-se diácono no dia 10 de fevereiro de 1996 e presbítero no dia 20 de julho de 1996, na Paróquia de Santo Antonio, em São Carlos (SP).

Atuou por seis anos na Editora Santuário (de 1996 a 2002), depois foi transferido para a Comunidade Redentorista do Jardim Paulistano, em São Paulo, como Vigário Paroquial da Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, onde permaneceu até 2005.

Em junho de 2005, foi residir em Roma para se especializar na Teologia Dogmática. Retornou ao Brasil em 2007 e passou a residir na Comunidade do Alfonsianum, no Ipiranga, lecionando no ITESP, Instituto Teológico de São Paulo, de 2009 a 2010, onde também foi Superior da Comunidade.

Em 2011, retornou a Roma para o doutorado em Teologia. Voltou ao Brasil em 2012, para exercer o cargo de pároco da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Jardim Paulistano, enquanto também prosseguiu em seus estudos na tese de Doutorado. Paralelo a isso, continuava lecionando no Instituto Teológico de São Paulo.

Agora, no último dia 05 de janeiro de 2019, foi nomeado como Reitor do Santuário Nacional, assumindo o cargo de Superior da Comunidade Religiosa e Vigário Episcopal para o Santuário Nacional.

Fonte: A12


Dom Fernando fala sobre decreto que flexibiliza posse de arma

By marciotarg -janeiro 17, 2019

"A Paz é fruto da justiça"

Os meios de comunicação social vêm noticiando que o Presidente da República assinou decreto que facilita a posse de armas de fogo para a população civil brasileira e declara que esse é o primeiro passo no cumprimento de uma das principais promessas de campanha. Nesse campo, outras mudanças virão. Foi prometido também empenho para a redução da maioridade penal para 16 anos, quando deveria sim, haver empenho para investimento na área da educação e cultura, sobretudo das nossas crianças, adolescentes e jovens, em situação de vulnerabilidade. Qualquer nação que se preza sabe, perfeitamente, que somente um povo bem educado poderá evoluir individual e comunitariamente, sem esquecer a educação da fé. É o único caminho a trilhar para garantir um Brasil melhor, próspero e pacífico.

Como cristãos, discípulos de Jesus e como pastor desse povo de Deus, já vítima de tantas violências cotidianas, em consciência, me sinto obrigado a me posicionar publicamente contra essas medidas. Quero lembrar às pessoas que se consideram cristãs a palavra de Jesus dirigida ao Apóstolo Pedro no Horto das Oliveiras: "Guarda a tua espada (a tua arma). Pois todos os que usam a espada, pela espada morrerão" (Mt 26,52). Quem quer viver como filho ou filha de Deus, deve refletir o seu caráter de Amor incondicional. Conforme Jesus nos ensina, "bem-aventurados os que promovem a paz porque serão chamados filhos de Deus" (Mt 5,9).

Atualmente, os meios para garantir maior lucro às indústrias de armas pessoais é a violência cotidiana. De fato, esta tem aumentado e sempre provoca insegurança e a revolta das pessoas. Disseminar armas entre os cidadãos, porém, não somente não diminuirá a violência, como, ao contrário, ainda mais a agravará, basta ver o exemplo de outros países. As empresas fabricantes de armas é que ganharão com essas medidas.

Há dez anos (em 2009) a CNBB tomou como tema da Campanha da Fraternidade: A Fraternidade e Segurança Pública. E o lema era a palavra de Isaías 32, 17 que tomei como título dessa declaração: A paz é fruto da justiça. Isso significa que a segurança pública não se resolverá apenas por medidas policiais e menos ainda por linguagens que incitam a violência e o ódio em meio às pessoas. De acordo com a Bíblia, só o cuidado com a justiça social e uma educação para o respeito aos direitos de todos, podem nos conduzir ao Brasil que desejamos e com o qual sonhamos.

Espero que todos os irmãos e irmãs que constituem as forças vivas da nossa arquidiocese, padres, religiosos, religiosas e leigos/as, saibam discernir o que é correto e justo e não deem um testemunho contrário ao espírito do Evangelho. Recordo a todos que os nossos exemplos de pastores devem ser Dom Hélder Câmara, servo de Deus que liderou no Brasil a Ação Justiça e Paz através da não violência e o bispo Dom Oscar Romero, agora canonizado, que deu a vida para acabar com a violência em El Salvador.

Por seu modo de ser e de viver, revelemo-nos discípulos/as de Jesus. "Ele é a nossa paz. (...) Em sua carne, derrubou o muro de inimizade que separava os povos e quis assim formar um só homem novo, estabelecendo a paz" (Ef 2, 14-15).

Recife, 17 de janeiro de 2019

Dom Antônio Fernando Saburido, OSB
Arcebispo de Olinda e Recife


Declaración del cardenal Tobin sobre los discursos de inmigración

January 10, 2019 


Declaración del cardenal Tobin sobre los discursos de inmigración

9 de enero de 2019
Escuché con profunda decepción las palabras deshumanizadoras utilizadas para describir a nuestros hermanos y hermanas inmigrantes (*). Estos hombres, mujeres y niños no son ni números ni estadísticas criminales, sino personas de carne y hueso con sus propias experiencias e historias. La mayoría huyen de la miseria humana y la violencia brutal que amenaza sus vidas. Las caricaturas falsas y llenas de miedo buscan provocar una especie de amnesia que haría que esta gran nación niegue nuestras raíces en los inmigrantes y refugiados.

El pasado mes de junio, el Papa Francisco dijo en un discurso en una conferencia sobre migración internacional: "Debemos dejar de considerar a los demás como amenazas a nuestra comodidad a valorarlos como personas cuya experiencia y valores de vida pueden contribuir en gran medida al enriquecimiento de nuestra sociedad". Los que llegan a nuestras fronteras en busca de asilo o escapan de la terrible pobreza no son números en un debate político, sino que son los extranjeros y prójimos que nuestras Escrituras nos piden constantemente que acojamos. Como Pastor del Pueblo de Dios en el norte de Nueva Jersey, les pido a todos nuestros líderes legislativos que se unan por el bien común. Que trabajen a través de las diferencias para el bien de todos. Estas vidas dependen literalmente de ello.

(tomado del sitio web de la arquidiocesis de Newark)

(*) Donald Trump, Presidente de Estados Unidos, emitió el martes por la noche un mensaje en cadena nacional sobre el tema de los migrantes en la frontera. En su mensaje el mandatario estadounidense arremetió contra migrantes centroamericanos que buscan ingresar al país. Aseguró que la frontera sur es una via por donde entran drogas ilegales, que causarían más muertes que 'en toda la guerra de Vietnam'.
La propuesta de crear un muro en la frontera con México ayudaría a detener el narcotráfico, enfatizó. La Casa Blanca presentó al Congreso una propuesta para enfrentar "la crisis humanitaria y de seguridad nacional" que se vive en la frontera, señaló el presidente.


Fonte: Boletim Scala

P. Alfonso V. Amarante, C.Ss.R., es nombrado nuevo Preside de la Academia Alfonsiana en Roma

(Roma, Italia) - El Reverendo P. Alfonso V. Amarante, C.Ss.R., ha sido nombrado nuevo Preside de la Academia Alfonsiana, en Roma, por tres años, 2018-21. Padre Alfonso, es miembro de la Provincia Redentorista de Nápoles y trabaja como profesor ordinario en la Academia Alfonsiana.

El Padre Alfonso es miembro de la Congregación del Santísimo Redentor (C.Ss.R.) desde 1993. Fue ordenado sacerdote en el año 1997. En 1999 obtuvo una licencia en Historia de la Iglesia - en la Pontificia Universidad Gregoriana - con la tesis sobre el "Tratado de la conciencia de San Alfonso" y en 2002 el doctorado con una tesis sobre "La evolución del método misionero redentorista". También asistió a cursos en otras universidades y en la Academia Alfonsiana.

En 2013, hasta su nombramiento como preside, ha sido elegido Vicepreside de la Academia Alfonsiana. En la Academia Alfonsiana ha colaborado en varias comisiones ordinarias y extraordinarias. Ha enseñado en la Pontificia Universidad Urbaniana y en la Pontificia Facultad de Teología del sur de Italia, sect. San Luis de Nápoles.

Desde el año escolar 2017-2018, es también profesor de la Pontificia Universidad Lateranense, donde enseña moral fundamental. En su familia religiosa donde pertenece a tenido varios encargos. Es el responsable de la revista Spicilegium Historicum CSsR. Miembro del Consejo de Presidencia y Tesorero de la "Asociación de profesores de Historia de la Iglesia en Italia". Consultor en la Congregación de los Santos desde 2010. Colabora con diversas revistas.


Comissão Episcopal para Ação Social prevê cenário de recrudescimento das lutas sociais no Brasil

"Nos próximos anos, as Pastorais Sociais terão um papel muito importante na defesa da justiça social no Brasil e de serem, de fato, uma presença de Igreja na defesa dos direitos dos povos empobrecidos", a avaliação é do bispo de Lajes (SC), dom Guilherme Werlang, presidente da Comissão Episcopal Pastoral da Ação Social Transformadora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Dom Guilherme, presidente da Comissão. Foto: Imprensa CNBB/Daniel Flores

Esta avaliação se deu após uma análise e projeção dos cenários pós eleições 2018 realizada pelos bispos, assessor e secretária em reunião da Comissão para Ação Transformadora realizada nesta terça-feira, 11/12, na sede da CNBB, em Brasília (DF).

O presidente da Comissão afirmou...Leia mais:  https://www.cnbb.org.br/comissao-episcopal-para-acao-social-ve-cenario-de-recrudescimento-das-lutas-sociais-no-brasil/


Diocese de Divinópolis sedia encontro de estudos de Direito Canônico

A diocese de Divinópolis (MG) recebeu nos dias 11 e 12 de dezembro, o 2º Encontro de Estudos do Código de Direito Canônico. O evento foi promovido pelo Tribunal Eclesiástico Interdiocesano e de Apelação de Belo Horizonte e reuniu colaboradores de tribunais, câmaras eclesiais, membros da Pastoral Familiar, advogados e pessoas interessadas nas temáticas abordadas.

O bispo de Divinópolis, dom José Carlos de Souza Campos, assessorou o encontro em conjunto com o vigário judicial da diocese, padre Vicente Ferreira, e os advogados Nôzor Galvão e Jairo Batista. Foram temas tratados na formação: Teologia do sacramento do matrimônio: Indissolubilidade; A indissolubilidade do matrimônio no código de direito Canônico; Aborto e pílula do dia seguinte e Dependência química e depressão.

Leia a notícia na íntegra:  https://www.cnbb.org.br/diocese-de-divinopolis-sedia-encontro-de-estudos-de-direito-canonico/ 



Representantes del Santuario de Aparecida participan en el Congreso Internacional en Roma

November 29, 2018049

(Roma, Italia) - El Santuario Nacional de Nuestra Señora Aparecida, a través de su Rector, el Padre João Batista de Almeida CSsR, la Coordinadora Pastoral, Gislaine Veloso, y el misionero Redentorista, el Padre Valdivino Guimarães, participan en el Primer Congreso Internacional de Rectores y Agentes pastorales de los santuarios de Roma, cuyo tema es "El santuario, una puerta abierta a la nueva evangelización", un evento organizado por el Consejo Pontificio para la Promoción de la Nueva Evangelización.


La reunión comenzó el 27 y continúa hasta el 29 de noviembre en la Pontificia Universidad Lateranense de Roma. Más de 550 personas, religiosos y laicos, participan en el evento. El padre João Batista, rector del Santuario de Aparecida, informó sobre los días de la reunión.

El 28 de noviembre, los participantes visitaron la Basílica de Santa Maria la Mayor, donde se celebró una misa para el grupo. Por la tarde, el Administrador Apostólico del Patriarcado Latino de Jerusalén, el arzobispo Pierbattista Pizzaballa, dijo en una conferencia titulada "Puerta abierta para creyentes y no creyentes". Poco después, el padre Cesare Pagazzi habló sobre cómo los Santuarios son una puerta abierta para los cristianos en medio de una cultura de la indiferencia.

El 29 de noviembre, el último de la reunión, el Secretario Ejecutivo del Departamento de Misión y Espiritualidad de CELAM, el padre Carlos Guillermo Arias Jiménez, habló sobre "El Santuario y el anhelo de Dios de los jóvenes". El evento terminó con una audiencia con el Santo Padre Francisco.

Fonte: Scala News


ATENÇÃO

Alterado o período da Ação Jovem na cidade de Dois Córregos

Passou de janeiro para julho de 2019

De 14 a 21 de julho

Anúncio da Copiosa Redenção não pode parar


Em seu tempo, São Paulo Apóstolo bradava: "Ai de mim se eu não evangelizar"! Com este mesmo espírito e ímpeto missionário, as Equipes Missionárias Redentoristas continuam se movimentando por todo o Brasil, anunciando a Copiosa Redenção. Neste final de ano, algumas missões continuam acontecendo com o mesmo vigor.

Missão na Bahia

Enquanto as equipes da Província de São Paulo realizam... Leia mais em: https://www.a12.com/redentoristas/missoes/noticias/anuncio-da-copiosa-redencao-nao-pode-parar</p>


AGENTES VOCACIONAIS SE REÚNEM NA VILA SANTO AFONSO - PEDRINHA

https://www.uneser.com.br/secretariado-vocacional/


V ENCONTRO DE EX SEMINARISTAS NO RIO GRANDE DO SUL

Vamos rever velhos amigos, reviver histórias da época do seminário. Serão 2 dias de muita alegria com nossas famílias. Teremos futebol, churrasco e celebração. 

 Organizado por Paulo Carvalho, Ari Lucas Morais e Eder Gerelli

Quando?  17 de Nov às 08:00 hs - 18 de Nov às 16:00 hs

Onde? Em Rodeio Bonito - Rua Borges de Medeiros - Rio Grande do Sul

****************************************************************************************************************************


Calendário Missionário Redentorista

Paróquias que receberão as Santas Missões em 2019

 

1.Ajuda missionária-São José do Cerrito,SC (Equipe de Lages)

2.Paróquia Nossa Senhora do Carmo-Campos Gerais (MG)

3.Paróquia Santa Margarida Mártir-Santa Margarida (MG)

4.Paróquia São Sebastião-São Sebastião da Bela Vista (MG)

5.Paróquia Sagrada Família-Córrego Fundo (MG)

6.Paróquia Nossa Senhora Desatadora dos Nós e São José Anchieta-Presidente Prudente (SP)

7.Paróquia São Gonçalo do Amarante-Catas Altas da Noruega (MG)

8.Paróquia Artur Alvin -São Paulo (SP)

9.Paróquia Senhor Bom Jesus-Ibitinga (SP)

10.Paróquia São Pedro-Ibitinga (SP)

11.Paróquia Santa Teresa D ́Ávila-Ibitinga (SP)

12.Paróquia Imaculada Conceição -Ibitinga (SP)

13.Pós-Missão:Paróquia São José-Guapiara (SP)

******************************************************************************************************************************

Vinho novo em odres novos (Mc 2,22) - Reconfiguração para a América Latina e o Caribe

"Renovação Incapaz de estruturas de toque e de mudança, bem como o coração, não leva a nenhuma duradoura mudança real ... exige abertura de imaginar formas de sequela, profética e carismática, viviam em regimes adequados e tal tempo sem precedentes". [1]
(Trindade, Goiás, Brasil) - Um dia histórico! 
Sob a proteção de Maria, na Solenidade da Assunção de Nossa Senhora (2018/08/15!), A Conferência da América Latina e do Caribe, depois de apreciar, discutir, reflectir e dar as suas contribuições para os textos do Plano Apostólico e A reconfiguração, proposta pela Comissão formada a partir do mandato do XXV Capítulo Geral, também propôs o novo mapa de reconfiguração para a América Latina e o Caribe. Com base nos critérios oferecidos pelo XXV Capítulo Geral, pelo Plano de Ação do Governo Geral, que foram recolhidas das reuniões especiais do Governo Geral e estudou com afinco, a Comissão propôs três mapas, com base geográfica, linguística -cultural e mista.

Com base neste material, a montagem atingiu a seguinte configuração:

- Porto Alegre, Campo Grande, Resistência, Paraguai, Buenos Aires e Chile (Uruguai);
- Bolívia, Peru Norte, Peru Sul e Quito;
- São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia;
- Goiás, Fortaleza, Recife - Belém e Macapá;
- Manaus, Venezuela e Colômbia (Suriname);
- América Central, San Juan e Haiti (Cuba);
- México e Estados Unidos
Do total de 53 eleitores, 51 votaram a favor e 02 foram abstenções.

Além de um trabalho árduo, responsável e dinâmico, marcado por um espírito de fraternidade, esperança, entusiasmo e questionamentos, a Assembléia também apreciou o Diretório dos Leigos e tomou as seguintes decisões, a saber:

1) Durante a União das unidades envolvidas não deve ser tomada em novas bases, ou criar dívida ou aceitar compromissos que ponham em risco o futuro sem consulta e diálogo com o Coordenador e Conselho (52 votos a favor, 0 contra e 0 abstenções)

2) A Assembléia da Conferência propõe 8 Prioridades Missionárias. Cada Unidade, em seus Capítulos e Assembléias, escolherá de acordo com sua realidade pelo menos 3 Prioridades Missionárias para o mandato de quatro anos (52 votos a favor, 0 contra e 0 abstenções).

3) No primeiro ano de cada quadriênio, as Unidades da Conferência da América Latina e do Caribe elaborarão um projeto missionário-pastoral em harmonia com o Plano Apostólico da Conferência. O Projeto Missionário-Pastoral de cada Unidade deve ser enviado à Coordenação da Conferência e ao Conselho Geral para aprovação (52 votos a favor, 0 contra e 0 abstenções).

4) A Assembléia aprova a operação de 3 centros de formação para o noviciado da Conferência da América Latina e do Caribe, com a flexibilidade de expandi-los de acordo com o número de noviços. O ano de 2019 será de preparação, adaptação e implementação. No ano de 2020, esta decisão será executada "(52 a favor, 0 contra e 0 abstenções). Com esta decisão os noviciados se tornam a Conferência e os noviços serão distribuídos em qualquer uma das três casas. Isso envolve aprender as línguas espanhola e portuguesa.

A Assembléia votou a emenda do 37º Estatuto da Conferência, para que um Irmão também possa ser um membro do Conselho da Conferência. Foi assim que o novo texto foi "O Coordenador da Conferência será dedicado em tempo integral (XXIV CAP DECISÕES 2.3). Você terá um conselho ordinário estabelecido como órgão executivo da Conferência, que será composto pelos presidentes das três sub-conferências (URB, URNALC e Ursal) e um irmão indicados pela Assembleia entre 3 representantes dos Sub-conferências. A própria Junta estabelecerá a periodicidade de suas reuniões "(50 votos a favor, 02 abstenções).

Depois de receber as emendas necessárias, o texto do Plano Apostólico e de Reestruturação regressará à Comissão que fará os ajustes e depois os enviará para serem estudados e apreciados nas assembleias das Províncias. Os resultados serão coletados para a versão final do texto, que será aprovada definitivamente pela Assembleia da Conferência (2019) e pelo Governo Geral.

Plano de reestruturação apresenta detalhado a seguir para fazer avançar o processo de transição que novas províncias terá que fazer a partir de agora até 2022. É muito importante que os (vice) províncias fazer seus passos atuais de reestruturação interna. É assim que essa nova realidade começa a trabalhar com os confrades para depois elaborar a nova legislação necessária.

O mesmo Espírito que estava sobre Jesus na sinagoga em Jerusalém e Alfonso inspirou para fundar a Congregação (Lc 4,16-20), despertou a coragem e zelo missionário em muitos confrades que liderou a Congregação para abordar muitos mundos ferido. O mesmo Espírito nos esclareceu nos dias de hoje e continuará a acompanhar-nos para que possamos responder com fidelidade criativa e podemos testemunhar o Redentor com corações, mentes e estruturas renovadas para a missão em solidariedade neste mundo ferido.

O Santíssimo Redentor, Maria, Santo Afonso, nossos mártires beatificados, venerável e, especialmente, Maria Celeste Crostarosa, nos ajudar a navegar para o mar e lançar as suas redes em obediência à palavra do Senhor (Lc 5,4-5 ) para viver estes novos tempos com entusiasmo, de acordo com o que o Const. 20: "Os Redentoristas são apóstolos de fé forte, esperança alegre, caridade ardente e ardente zelo. Eles não se orgulham de si mesmos e praticam orações constantes. Como homens apostólicos e filhos genuínos de Santo Afonso, eles seguem com alegria Cristo Salvador, parte de seu mistério e anunciar a simplicidade do Evangelho de sua vida e de sua palavra, e pela abnegação permanecem disponíveis para todos difícil para trazer a todos a copiosa redenção de Cristo ". Que o Espírito continue a nos provocar e encorajar! Assim seja!

P. Rogério Gomes, C.Ss.R

Conselho Geral

[1] CONGREGAZIONE PER GLI ISTITUTI DI VITA CONSACRATA E LE SOCIETÀ DI VITA APOSTOLICA. Por vino nuovo otri nuovi. Concílio Vaticano II a vita consacrata e le sfide ancora aperte. Cidade do Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, 2017, n. 3


AÇÃO JOVEM REDENTORISTA

Caro amigo e Irmão em Cristo

Que a Paz do Santíssimo Redentor esteja contigo!

"Evangelizar é testemunhar pessoalmente o amor de Deus; significa superar os nossos egoísmos, significa servir, inclinando-nos para lavar os pés dos nossos irmãos, tal como fez Jesus. Três palavras:

Ide, sem medo, para servir. Ide, sem medo, para servir.

Seguindo estas três palavras, vocês experimentarão que quem evangeliza é evangelizado, quem transmite a alegria da fé recebe mais alegria."

Papa Francisco, 12º Discurso Papa Francisco JMJ Rio2013 - Missa de Envio.

Seguindo os Passos de Jesus, o nosso Carisma Redentorista e inspirados pelas palavras do Santo Padre, Papa Francisco, a Comissão Carisma e Missão da Juventude Missionária Redentorista - Unidade Redentorista de São Paulo, está preparando a Ação Jovem Redentorista que acontecerá de 13 a 20 de Janeiro de 2019 na Paróquia Divino Espirito Santo - Avenida Padre Domingos Cidad, 518 - Centro - Dois Córregos/SP

Por meio desta, viemos convocar aos União dos Ex Seminaristas (Uneser) que estejam dispostos e disponíveis a se doarem pela missão nesses dias. A resposta deverá ser dada a Comissão organizadora até o dia 20 de novembro de 2018 com os nomes e contatos dos Missionários, para a organização a formação aos missionários e escala das Comunidades de trabalho.

Aguardamos seu retorno para jrstal@hotmail.com

Comissão Carisma e Missão - Juventude Missionária Redentorista

Ir Marco Lucas e Olívia Maria

MENSAGEM DA DIRETORIA

"TESTEMUNHAS DO REDENTOR, solidários para a missão em um mundo ferido!"

" se dou pão aos pobres sou caridoso, se pergunto porque há pobres sem pão sou comunista!"( Dom Elder Câmara)

Com relativa frequência temos visto postagens provenientes de confrades, membros da UNESER, com críticas contundentes à ação da Igreja Católica, e à Congregação do Santíssimo Redentor, posturas consideradas por essas mensagens, como prática comunista. Pede-se mudança, mas na verdade pede-se retrocesso anterior ao Concílio Vaticano II. Politicamente deseja-se o retorno à Ditadura Militar no País, que foi tão nociva ao Brasil sob todos os aspectos.

Recentemente a missiva do Padre Inácio, Superior Provincial de São Paulo, (Comunicado 006 de junho de 2018 - Anexo 1 - cms.uneser-interativa.webnode.com/noticias-informativos/informativo-da-provincia-sp/), foi taxada de "ode ao comunismo", assim como a missa em Aparecida celebrada pelo Reitor da Basílica (21/04/2018), onde milhares de romeiros participaram.

Nós, o colegiado diretivo da UNESER, reunidos para analisar tais postagens, nos manifestamos veementemente contra tal posicionamento ideológico, que afronta a Igreja Católica, o Papa Francisco, a doutrina social da Igreja e a espiritualidade de Santo Afonso.

Comungamos dos princípios que regem a Igreja Católica, quer em Roma, quer na CNBB. Comungamos com a postura da CSsR e comungamos com os ideais expressos na última carta do nosso superior provincial (Comunicado 006 de junho de 2018).

Assim, propomos à reflexão o texto do padre Michael Brehl, Superior Geral da Congregação, bem como os textos desta Diretoria, já distribuídos aos participantes do ENESER 2017 (anexos 2 e 3 - cms.uneser-interativa.webnode.com/eventos-programados/xxii-eneser-2017/ e cms.uneser-interativa.webnode.com/provincias-vice-provincias/). Sugerimos ainda que se releia a carta introdutória do nosso superior provincial (anexo 1), principalmente quando ele nos incita a repensar este elogio à ditadura cívico/militar no Brasil: "ou voltamos aos bancos escolares para estudar a história recente desse Pais, ou permanecemos brincando de perigo comunista!" Discurso corrente nos anos 60 e 70, quando havia uma guerra fria, momento em que os Estados Unidos agrediam o Vietnã para evitar que o comunismo proliferasse.

Comunismo, para nós cristãos, deve ser o que está em Atos dos Apóstolos, capítulo 2, versículos de 42 a 47. Enquanto que o comunismo que se propala nestas infelizes postagens, não existe. O maior e mais populoso país do mundo (2ª economia do mundo) a China, pratica também o capitalismo assim como os Estados dos Unidos.

"Ser solidários para a missão neste mundo ferido em que vivemos" deve ser nosso foco de reflexão e ação concreta como cristãos, não nos permitindo, portanto, propalar aleivosias e rancores velhos e ultrapassados.

Por isso, conclamamos os membros da UNESER a permanecer fiéis aos princípios evangélicos, tão bem reafirmados pelo Papa Francisco, praticados por Santo Afonso e vivenciados pela Congregação Redentorista.

A Direção

JULHO de 2018