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Dia 27 de junho: Celebração de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro


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Saiba como rezar a Novena do Perpétuo Socorro


Junho é o seu mês; 27 de junho, dia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

 A Novena Perpétua, uma das práticas de fé intrinsecamente ligadas à devoção à Mãe do Perpétuo Socorro, é outra forma de fazer o anúncio da redenção, do amor de Deus, através da mensagem do ícone.

A denominação "novena perpétua" vem do fato de que as orações que fazem parte dessa devoção são rezadas num determinado dia da semana, mas em todas as semanas do ano, ininterruptamente. Em alguns lugares, a novena acontece na terça-feira, em outros lugares, na quarta-feira.

A tradição de celebrar a novena tem mais de oitenta anos. Começou em 1922, na Província Redentorista de São Luis, nos Estados Unidos. Com o passar do tempo, essa devoção propagou-se pelo mundo todo. Vale lembrar que o Papa Pio IX entregou o ícone aos cuidados dos Missionários Redentoristas em 1866. E os missionários começaram a divulgar a devoção em suas paróquias, nas missões populares e, enfim, 61 ano depois de receberem a missão especial dada pelo Papa, os missionários começaram as novenas perpétuas nos Estados Unidos, e a celebração se espalhou pelo mundo inteiro. Hoje, não apenas nos santuários, mas em milhares de capelas e outras localidades, a novena é celebrada. 

Saiba mais lendo em: https://www.a12.com/redentoristas/noticias/conheca-o-significado-e-saiba-como-rezar-a-novena-do-perpetuo-socorro?fbclid=IwAR2jB1Vvy144ASSg2Pegglp0LDf5sJXE_hC3Az1PVwAys5NISORvRNU3uBs 


ERESER TIETÊ - REENTURMA 2019

No final de semana, de 24 a 26 de maio, aconteceu o IX Encontro Regional dos Ex-Seminaristas Redentoristas na cidade de Tietê - SP - Seminário Santa Teresinha.

Veja algumas fotos aqui no site: Eventos/Regional Tietê



  • AÇÃO ENTRE AMIGOS

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Conheça a nova formação da CNBB eleita em Assembleia de 2019 que define a nova presidência, os presidentes das Comissões Episcopais Pastorais e os represenantes da CNBB no CELAM (Conselho Episcopal Latino-Americano)

"Nosso olhar deve permanecer voltado para os mais pobres, fortalecendo nossas ações no exercício da caridade, do amor, na busca da justiça, imprescindível para a construção da paz" - com essas palavras, o Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, recebeu o comunicado de sua eleição para a presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), nos próximos quatro anos, durante a realização da 57ª Assembleia, em Aparecida (SP).

:: Como é feita a eleição da CNBB?

Dom Walmor sucede ao Arcebispo de Brasília (DF), Cardeal Sérgio da Rocha. A cerimônia de posse acontece na manhã da próxima sexta-feira, 10 de maio.

Vice - Presidente

O arcebispo de Porto Alegre (RS), Dom Jaime Spengler, foi eleito como primeiro vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Ele foi escolhido no terceiro escrutínio por maioria absoluta do total de 301 votantes.

Ao aceitar o cargo Dom Jaime disse: "Com temor e tremor, acolho". Dom Jaime substitui Dom Murilo Krieger, Arcebispo Primaz do Brasil, da Arquidiocese de Salvador (BA).

2º Vice-Presidente

O segundo vice presidente é o Bispo de Roraima, Dom Mário Antônio da Silva. Ele afirma aceitar a indicação com confiança e em nome do povo da Amazônia.

Em breve serão anunciados os novos eleitos para compor a presidência da conferência. Você acompanha a atualização no quadro que preparamos abaixo.


VOCÊ JÁ LEU O NOVO INFORMATIVO DA UNESER ???

Acesse o link: https://www.uneser.com.br/informativos-uneser/


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"Fortes na fé, alegres na esperança, ardentes na caridade, inflamados pelo zelo, humildes e sempre dados à oração."

Constituição dos Redentoristas nº 20


HINO DA UNESER

LETRA E MÚSICA DO PADRE JOSÉ DE ANCHIETA TAVARES, CSSR

Acesse o link: https://www.youtube.com/watch?v=R-9NMsELjw8

Produção: CortezVídeo


O papel dos ex-seminaristas na Igreja

Por Pe. J. B. Libanio, sj

As experiências passadas desempenham papel extremamente ambivalente na vida das pessoas. Umas servem de alento, de força vital, de incentivo para caminhar, crescer, abrir-se ao mundo. Outras paralisam, bloqueiam, inferiorizam as pessoas. É difícil entender por onde passa o divisor de águas. Tal constatação vale para os ex-seminaristas. Entre eles existem desde ateus e revoltados contra a Igreja, carregando escuras manchas do tempo de seminário, até pessoas que se comovem às lágrimas quando pensam nos idos da vida clerical.

Esse numeroso contingente de homens, hoje espalhado pelo país e fora dele, por profissões e atividades bem diversas, merece atenção pastoral especial. Além das habilidades que adquiriram depois da saída do seminário, muitos conservam excelente formação religiosa e teológica que prestaria valiosa contribuição para a comunidade eclesial.

Não temos a mínima ideia da riqueza humana e religiosa que os ex-seminaristas significam. Um primeiro passo para tomar pé nesse enorme oceano humano consiste em levantar-lhes os nomes e dados mínimos sobre a dupla experiência do tempo de seminário e depois dela. Acrescentar-se-ia a esse primeiro levantamento uma coluna de sugestões e de disponibilidade pastoral que oferecem.

Que tal se alguma cúria ou secretariado de pastoral criasse um site de ex-seminaristas e aí se conversasse com a finalidade de agrupá-los, pô-los em relação entre si e com alguém que os coordenasse? Quanta proposta maravilhosa surgiria!

Certas pessoas dispõem de potencial incalculável que, entretanto, não rendem frutos por falta de ocasião ou de algum empurrãozinho inicial. Talvez nem lhes tenha ocorrido que, com a formação recebida no seminário diocesano ou religioso, contribuiriam altamente para o enriquecimento da vida da Igreja. A catequese, a pastoral da juventude, o ministério da escuta, a ajuda em campos específicos - psicológicos, jurídicos, técnicos e outros - encontrariam inúmeras pessoas disponíveis que, além dos talentos profissionais, trazem experiências espirituais de valor.

Os seminários e a vida religiosa já viram passar por seus muros multidões inumeráveis de jovens que guardam recordações positivas e gratidão pelo que receberam. Falta acordar sua memória e impulsionar-lhes o desejo de pôr em prática sonhos um dia acalentados.

Mesmo em relação aos que sofreram traumas ou saíram marcados negativamente, há espaço para a reconciliação. Os antigos já nos semearam a memória com ditos segundo os quais o tempo é ótimo juiz das coisas, cura as feridas, lapida as pedras, abranda o ódio, muda a si e a nós com ele. Apostando no futuro, faz-se possível a dupla pastoral com os ex-seminaristas: de valorização de seu cabedal de riqueza espiritual, intelectual e humana e de "purificação da memória".

* Doutor em Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma. Há mais de três décadas vem se dedicando ao magistério e à pesquisa teológica. Tem vários livros publicados no Brasil e no exterior. É vigário da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes em Vespasiano, na Grande Belo Horizonte-MG.

Pe. J. B. Libanio, sj