CONGRESSO N. S. DO PERPÉTUO SOCORRO

Participantes do Congresso em Campo Grande

O primeiro Congresso Internacional de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, de 12 a 16 de maio, em Campo Grande, no Brasil, recebe 82 participantes representando as cinco conferências continentais da Congregação e 18 pessoas que incluem congressistas e equipes de serviço e coordenação, segundo informação dos organizadores. Nesse grupo estão missionários que trabalham em locais […]

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O primeiro Congresso Internacional de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, de 12 a 16 de maio, em Campo Grande, no Brasil, recebe 82 participantes representando as cinco conferências continentais da Congregação e 18 pessoas que incluem congressistas e equipes de serviço e coordenação, segundo informação dos organizadores. Nesse grupo estão missionários que trabalham em locais onde se reúnem devotos e estudiosos da devoção. O maior numero de participantes, naturalmente, é formado por redentoristas brasileiros. Entre os congressistas, estão presentes leigos e leigas que colaboram com o trabalho da Congregação.

Para representar junto aos confrades a realidade da devoção no Brasil, estão  presentes representantes de duas capitais de estados onde a concentração de devotos é maior: Curitiba e Goiânia. Além disso, participam párocos de paróquias dedicadas a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Os brasileiros inscritos e confirmados representam todas as unidades redentoristas do País, exceto Porto Alegre e são: da Província de Campo Grande, além da comunidade local, padres Joaquim Parron, Lourenco Kearns, Primo Hipolito, Adriano Franzol, Ademar Ferreira, Lirio Celestino e o Ir. Helio Nunes.

Em nome da Província de Goiás, os padres Walmir Garcia e Abdon Guimaraes. Vindo da Província do Rio de Janeiro, o padre Nelson Linhares.  Representando a Província de São Paulo, os padres Luiz Rodrigues, Luiz Gonzaga, Roberto de Lima, Carlos Alberto, Afonso Savassa e o  diácono Inácio Mesquita. A vice-província de Recife envia os padres Antônio Ramp, Antônio Ranis, Francisco Assis, Luiz Vieira e Tiago de Melo. O vice-provincial de Fortaleza, padre Eridian Gonçalves participa na companhia dos padres Tiago Herbert e Brendan Callaman. O padre Jozef Grwacz representa a vice-província da Bahia e a equipe da vice-província de Manaus  é formada pelos padres Ronaldo Mendonça e Agildo Alves com as leigas: Aline Cabral, Dulcineia Alves, Maria Paula, Maria Isabel, Gomes de Sousa e Gilsimar Maria.

Os conferencistas, membros do Governo Geral, incluindo o Superior Maior, padre Michael Brehl, membros da Cúria e serviçais que trabalham em Roma formam um grupo de sete redentoristas presentes no Congresso. E os representantes de outros países são: padres Charles Coury, Dan Korn e Larry Lujan, Murray, Norman Bennett e Philipe Dabeney dos Estados Unidos; padre Manny Rodrigues, Sr. Sergio Gomez Velazques e Sra. Giorgina Rivera, de Porto Rico; padres Nestor Manriquez e Pedro Irizar, do Chile; padre Santiago Fuentes, do Panama; padres Santo Arrigo, Dan Stamp e Jean Girard do Canadá; padres Hung e Ha Ngoc do Vietnam; padre Antonio Caboni da Itália; padre Patrice Nyanda da África;  padres Ramiro, Vidal, Luis Enrique da Colômbia; padres Laureano del Otero e Laurentino Pineda da Espanha; padre Jose Pascual da Venezuela; padres Patrice e Simon de Singapura.

O reitor do santuário de Roma, onde está o ícone original de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, padre Luciano Panella, também está presente no Congresso. Padres Juan Villasboa e Pedro Genaro vem do Paraguai; padres Geovanny Curimiurna e Patricio Sanchez do Equador; padres Joe Apisit e Meechai da Tailândia; padres Marcelo Pomar e Miguel Angel da Argentina; padres Ben Ma, Cruz, Leo, Ariel e outro confrade das Filipinas; padre Michael Cusak e Patricia Wade da Irlanda.

 

Itinerário de devoção: de Creta a Campo Grande

Um quadro bizantino da Mãe de Jesus, mais precisamente chamado de ícone,  pintado no século XIV e do qual se tem notícia de culto desde aquela época passando por uma forte influência junto ao povo de Roma no século XIX chega hoje como uma devoção altamente popular na cidade de Campo Grande, no oeste brasileiro, […]

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Um quadro bizantino da Mãe de Jesus, mais precisamente chamado de ícone,  pintado no século XIV e do qual se tem notícia de culto desde aquela época passando por uma forte influência junto ao povo de Roma no século XIX chega hoje como uma devoção altamente popular na cidade de Campo Grande, no oeste brasileiro, onde se realiza o primeiro Congresso Internacional sobre Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. O encontro conta com a participação de missionários redentoristas representando os cinco continentes onde a devoção está presente.

O espanhol Adelino M. Garcia Paz, em obra conhecida sobre a devoção mariana mostrada no Congresso, relata que o documento histórico mais antigo e substancioso que existe sobre Nossa Senhora do Perpetuo Socorro é um resumo em italiano e latim, repassado para a posteridade por Francisco M. Torrigio, em 1642. Esse texto era chamado “Tala”, um pedaço de pergaminho ou de outro material que trazia as informações básicas de um ícone ou de uma imagem e era sempre colocado ao lado ou debaixo das peças nas igrejas. Na igreja de São Mateus, entre as basílicas de Santa Maria Maior e de São Joao de Latrão, em Roma, havia uma “Tala”  ao lado do quadro de grande veneração. Nele se dizia que aquele ícone tinha sido trazido da ilha de Creta e se tratava de um quadro milagroso da Virgem Maria.

Um ícone é, na verdade, um quadro pintado sobre a madeira utilizando tintas ou outro material natural e traz nele sempre uma mensagem teológica, catequética. Os estudiosos esclarecem que o ícone é uma imagem, mas nem toda imagem é um ícone.  Há regras para se fazer e usar um ícone e todas elas estão ligadas a oração. Portanto, o ícone de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro é um quadro feito para a oração do cristão. Desde o momento que o artista encerrou a composição de um ícone, passa a ser uma obra para exposição e para ajudar o cristão a rezar.

Apesar de não existirem registros precisos sobre o autor do quadro e da veneração a partir de sua exposição na ilha de Creta, a fama de ser uma milagrosa imagem da Mãe de Deus sugere que ele era amplamente conhecido e de grande importância na oração daquela que era uma comunidade primitiva que chegou a merecer do Apóstolo Paulo uma atenção especial quando era levado para Roma como prisioneiro. Garcia Paz considera a possibilidade do Apóstolo ter ficado um período relativamente longo na ilha, de que ele se preocupava com a igreja daquele lugar e, como prova disso, cita uma passagem da Carta a Tito: “Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam” (Tit 1,5). Uma outra evidência bíblica da importância dessa comunidade é a noticia da presença de cretenses no dia de Pentecostes (At 2,11).

O ícone de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro, segundo estimam os estudiosos, deve ter permanecido exposto em um lugar de grande presença cristã por quase um século antes de ser roubado por um comerciante que o levou a Roma. Lá permaneceu como posse da família do comerciante por alguns anos até ser entregue para a igreja dos agostinianos, nas proximidades da Basílica de Santa Maria Maior, onde foi venerado por trezentos anos. O avassalador movimento de dominação realizado por Napoleão Bonaparte iniciado em fevereiro de 1798, depois da tomada de Roma, acabou por destruir muitas igrejas e uma delas foi a de São Mateus. Desse modo, o quadro de Nossa Senhora deixou de ter veneração pública e foi guardado pelos agostinianos num convento perto do Rio Tibre. Ali nas instalações da casa religiosa permaneceu por muitos anos e quase desapareceu.

Os redentoristas chegaram a Roma em 1855 e adquiriram o terreno onde exatamente estava o quadro exposto durante séculos. Eles reconstruíram a igreja, dedicaram o novo templo a Santo Afonso e receberam um jovem romano, Miguel Marchi, que se tornou padre da congregação e foi justamente ele que contou a historia de veneração do quadro que conheceu quando ainda era criança no convento dos agostinianos. Auxiliados pelo testemunho de Marchi, e por vontade do Papa Pio IX, os redentoristas passam a ser, a partir de 1866, os guardiões do quadro de Nossa Senhora que volta ao altar da Via Merulana.

Com a missão recebida do pontífice de proclamar as bem-aventuranças de Maria diante daquele ícone, os redentoristas espalharam a devoção para os quatro cantos da terra. No Brasil, os redentoristas chegam no final do século XIX e uma copia do ícone de Creta, chegou, finalmente `as terras do Mato Grosso do Sul, no início do século XX. Campo Grande, a capital do estado, foi escolhida para ser um ambiente propício para se realizar o I Congresso Internacional sobre o significado, a história, a teologia e a espiritualidade desse ícone de Nossa Senhora que atravessou os séculos e mostra, com beleza e simplicidade,  Maria que aponta Jesus, seu filho, o Redentor do mundo. Em Campo Grande também se anuncia um grande movimento mundial para se celebrar, com entusiasmo, em 2016, os 150 anos da entrega do quadro aos redentoristas.

 

P. Michael Brehl: “Obrigado Campo Grande!”

O superior Geral dos Redentoristas, padre Michael Brehl, encontra-se em Campo Grande, no Brasil, para participar do primeiro Congresso Internacional de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro que se realiza de 12 a 16 de maio. Na manhã do domingo, 11 de maio, ele concelebrou a Eucaristia com o provincial de Campo Grande, padre Joaquim Parron […]

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O superior Geral dos Redentoristas, padre Michael Brehl, encontra-se em Campo Grande, no Brasil, para participar do primeiro Congresso Internacional de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro que se realiza de 12 a 16 de maio. Na manhã do domingo, 11 de maio, ele concelebrou a Eucaristia com o provincial de Campo Grande, padre Joaquim Parron e vários confrades que já chegaram para o encontro. Presidiu a celebração, o reitor do Santuário de Campo Grande, padre Dirso Goncalves. A igreja estava repleta de fiéis que também lembraram uma data nacional importante para os brasileiros na conscientização sobre responsabilidades no trânsito.

No início da missa, o movimento chamado “Maio amarelo”, distribuiu panfletos e um laços de fita amarela para representar a necessidade de maior consciência sobre a realidade trágica do trânsito nas principais cidades e estradas do Brasil. Segundo os organizadores desse movimento, a cada ano, 40 mil pessoas morrem em acidentes de trânsito sobretudo porque os motoristas não respeitam as leis, e os pedestres e dirigem depois de ingerir bebida alcoólica.

Pe. Dirso, durante a homilia, chamou atenção para duas palavras que podem ser destacadas na mensagem das leituras do domingo: caminho e porta. Sobre o caminho, lembrou que na caminhada de todos os dias torna-se sempre mais necessário observar aquelas pessoas que se cansam de caminhar, aquelas que desistem de caminhar e aquelas que se machucam na caminhada e, por isso, param de caminhar. Lembrou a importância do companheirismo e da solidariedade entre aqueles que caminham nessa vida tendo missões especiais como pais de famílias, jovens, crianças e idosos. E sobre a porta, referindo-se a expressão do Evangelho no qual Jesus se apresenta como a porta por onde passa o rebanho, padre Dirso falou que não se pode esquecer que a entrada pela essa porta, que é Jesus, é a única segurança que cada cristão e o mundo têm durante essa vida. Entrar por essa porta, significa, portanto, acolher a salvação que Jesus nos oferece no dia a dia e, especialmente, na celebração da Eucaristia.

No final da missa, padre Michael Brehl falou ao povo reunido no Santuário. Primeiro, em português e, em seguida, em inglês, contando com a tradução do padre Joaquim Parron. “Obrigado pela acolhida esta semana aqui em Campo Grande. Estamos aqui, vindos de todo o mundo e estamos felizes em celebrar com vocês nesse dia”, disse ele. “É uma alegria estar com vocês nesse congresso de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro que vai acolher os redentoristas de todas as partes do mundo. É uma alegria especial também por celebrarmos hoje, o dia de nossas mães”, completou.

P. Brehl ainda reforçou a reflexão feita pelo reitor do Santuário: “’Não podemos caminhar sozinhos’, disse o padre Dirso durante a homilia. Precisamos caminhar juntos e Deus nos deu Sua Mãe para caminhar conosco. Papa Francisco lembra a toda a Igreja que Maria foi a primeira missionária a proclamar que Jesus é o Senhor da história e nosso Salvador. Nós, os missionários redentoristas, queremos acompanhar Maria nessa grande missão de proclamar, em todo o mundo, o amor de Deus por nos”.

O superior geral dos redentoristas, por fim, deu sua mensagem sobre o Congresso: “Nesta semana, os redentoristas de todos os continentes estarão aqui em Campo Grande para falar de nossa Mãe do Perpétuo Socorro. Algumas pessoas perguntam qual e a razão desse congresso estar sendo realizado em Campo Grande. A resposta é que nós sabemos do grande amor dos brasileiros por Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. E, de modo especial e em particular, o amor que as pessoas têm por Nossa Senhora, nesta paroquia”.

E finalizou: “Nós não podemos falar de Nossa Senhora distante do povo que tanto ama Nossa Senhora. Esta semana, eu peço que vocês nos acompanhem com suas orações. E que Nossa Senhora do Perpétuo Socorro ajude-nos a sermos fiéis missionários de nosso Senhor Jesus Cristo, o Santíssimo Redentor. Nosso Deus nos abençoe sempre e, de modo especial, abençoe nossas queridas mães”.

 

Réplica do ícone original exposto no Congresso

O reitor do Santuário de Nossa Senhora Perpétuo Socorro, de Roma, lugar onde se encontra o quadro original, padre Luciano Panella, vai apresentar uma cópia oficial do ícone na celebração de abertura do Congresso Internacional sobre a devoção, no dia 12 de maio, e esse quadro permanecerá exposto durante toda a semana para a oração dos fiéis […]

NSPS

O reitor do Santuário de Nossa Senhora Perpétuo Socorro, de Roma, lugar onde se encontra o quadro original, padre Luciano Panella, vai apresentar uma cópia oficial do ícone na celebração de abertura do Congresso Internacional sobre a devoção, no dia 12 de maio, e esse quadro permanecerá exposto durante toda a semana para a oração dos fiéis no Santuário de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

O quadro, que mais precisamente é chamado de ícone, de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro tem uma longa história. Antes de ser levado ao mundo inteiro para animar a evangelização dos missionários redentoristas a partir de 1866, o quadro passou vários séculos exposto na igreja de São Mateus, de Roma, exatamente no mesmo lugar onde se encontra o Santuário atual dos redentoristas na capital da Itália. As destruições do movimento de Napoleão Bonaparte no século XVIII acabaram por derrubar a antiga igreja e o quadro foi levado pelos agostinianos para uma capela particular onde permaneceu por décadas sem que o povo devoto soubesse do seu paradeiro.

O Papa Pio IX, ao saber pelos redentoristas que o quadro milagroso se encontrava guardado sem que o povo pudesse rezar diante dele, pediu que os redentoristas tomassem conta dessa preciosidade. O Congresso de Campo Grande faz parte da grande preparação para a celebração dos 150 anos desse mandato que vai ocorrer em 2016. Desde o recebimento do quadro, os redentoristas têm levado ao conhecimento do povo cristão nos cinco continentes o grande amor e a perpétua ajuda da Mãe de Jesus.

O espanhol Adelino M. Garcia Paz, em um dos quatro volumes de sua obra “Santa Maria del Perpetuo Socorro” recorda o costume de se enviar cópias autênticas do quadro a outros países: “Já em 1866, chega ao bispo Eton, de Liverpol, Inglaterra, a primeira cópia autêntica do quadro enviado como primícia por padre Douglas”. E Garcia Paz continua: “Em 1867, em Argentan, pequena cidade da Franca lhe dedica o primeiro templo e Limerick, na Irlanda, Huete, na Espanha, e outras cidades recebem cópias autênticas”.

Padre Luciano Panella, o missionário redentorista que traz uma cópia autêntica do ícone para ser exposta em Campo Grande, é membro da província de Nápoles, a unidade original da Congregação. Santo Afonso Maria de Ligório, fundador dos Redentoristas, também era um napolitano. Atualmente, padre Panella também exerce o serviço de reitor da comunidade da Casa Geral da Congregação, localizada ao lado do Santuário do Perpétuo Socorro, em Roma.

O reitor do Santuário de Campo Grande, padre Dirso Goncalves, anunciou que a chegada do quadro vindo de Roma será “um momento histórico para a comunidade que reza unida todas as semanas e é formada pelos devotos de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro”.

 

 

 

 

 

CONGRESSO INTERNACIONAL DE NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO

MENSAGEM DOS CONGRESSISTAS

MÃE DO PERPÉTUO SOCORRO, ÍCONE DE AMOR!

  1. Começamos a caminhada para a solene celebração do 150º. Aniversário da entrega do Ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro aos Redentoristas pelo Papa Pio  IX. A Província Redentorista de Campo Grande, junto com a sub-Conferência URB (União dos Redentoristas do Brasil)e a Conferência de América Latina e Caribe, tomou a iniciativa de realizar um Congresso Internacional sobre este Ícone tão querido quanto popular em todo o mundo. A coordenação foi assumida pelo Superior Provincial da Província de Campo Grande, Pe. Joaquim Parron, e pelos confrades de sua Província, na pessoa do Pe. Dirson Gonçalves, reitor do Santuário do Perpétuo Socorro de Campo Grande, e pela sua equipe de confrades e de leigos. Campo Grande, uma cidade morena que se encontra no centro-oeste do Brasil, como portal do Pantanal sul mato-grossense, nos acolheu muito bem.
  2. Foi admirável a presença de confrades de todas as Conferências, além de muitos leigos missionários, o que demonstra o amor redentorista pela Mãe do Perpétuo Socorro e o interesse de todos em promover um tempo especial de graças durante o período deste Aniversário. Foram 102 participantes, provenientes de 28 países, com representantes das 5 Conferências.Essa iniciativa, plenamente apoiada pelo Governo Geral, teve a alegria de contar com a presença do nosso Superior Geral, Pe. Michael Brehl, que presidiu a abertura do Congresso, do Vigário Geral, Pe. Enrique López e do Coordenador da Conferência de ALC, Pe. Manny Rodrigues, que ajudaram em todos os trabalhos. Esteve conosco também Pe. Ben Ma, Coordenador da Conferência da Ásia e Oceania. Os Congressistas expressam sua gratidão à Província Redentorista de Campo Grande pela iniciativa e organização do Congresso, e às suas Unidades, que lhes possibilitou participar desse evento.
  3. O encontro se desenvolveu entre partilha de experiências, principalmente em relação à Novena Perpétua, reflexão sobre a mensagem do Ícone e propostas de ação evangelizadora,que ajudem a aprofundar e  a renovar o mandato assumido há 150 anos de fazê-la conhecida em todo o mundo.Foi muito bom ouvir tudo o que se faz nas várias partes do mundo, que estavam representadas no Congresso,além da oportunidade de participar da Novena perpétua celebrada com todo o Povo de Deus. Essa piedade popular, manifestada com muita devoção e alegria, incentiva a nossa própria devoção.
  4. Procuramos contemplar a Mãe do Perpétuo Socorro em seu sentido original como Ícone de tradição oriental bizantina, refletimos sobre a sua Mariologia, meditamos sobre a Mensagem espiritual, pastoral e missionária, que brota deste Ícone, e dialogamos sobre a dimensão de Piedade popular e Liturgia do Ícone, em vista de renovar o nosso empenho de Evangelização.
  5. Esse primeiro evento internacional nos conduz diretamente à proposta do lema para a celebração dos 150 anos: “Mãe do Perpétuo Socorro, Ícone de Amor!” Toda a história dos seus devotos ao longo desses 150 anos, junto com a dedicação pessoal, comunitária e pastoral de gerações de confrades que propagaram esta devoção, tem sido uma profunda e constante experiência do amor materno de Maria, que nos acompanha com seu olhar atento e sereno, pronta a nos oferecer o socorro que traz em seus braços, Jesus, nosso Santíssimo Redentor.
  6. Este Congresso reaqueceu nossos corações em nosso amor à querida Mãe do Perpétuo Socorro e partimos daqui com o compromisso de nos envolver com alegria na celebração deste 150º. Aniversário. E queremos convidar cada confrade, cada Unidade e cada Conferência a assumirem conosco com criatividade um novo mandato de fazê-la conhecida e amada em todo mundo como o Ícone de Amor, expressão viva da copiosa Redenção.

 

 

 

 
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